Maria, sinal de esperança para quem ainda caminha
Série: As Ladainhas de Nossa Senhora
A Ladainha Lauretana prossegue:
Rainha elevada ao céu, rogai por nós.
Depois de contemplarmos Maria concebida sem pecado original, a Ladainha dirige nosso olhar para o outro extremo de sua existência terrena.
No início:
a graça.
Ao final:
a glória.
Aquela que foi inteiramente alcançada pela graça de Cristo é elevada por Deus à glória celeste.
Em corpo e alma.
É o mistério da:
Assunção de Nossa Senhora.
O que a Igreja realmente ensina?
No dia 1º de novembro de 1950, o Papa Pio XII definiu solenemente como verdade de fé que a Imaculada Mãe de Deus, Maria sempre Virgem, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória celestial.
Não estamos falando apenas da sobrevivência da alma.
A afirmação cristã é mais profunda:
Maria inteira participa da glória.
Corpo e alma
Isso toca diretamente nossa compreensão da pessoa humana.
Não somos uma alma aprisionada temporariamente num corpo.
O corpo pertence à nossa identidade.
Foi com o corpo que aprendemos a amar.
Com as mãos trabalhamos.
Com os olhos contemplamos.
Com os braços acolhemos.
Com os pés caminhamos.
Com a voz rezamos.
Com o corpo servimos.
O corpo também pertence à história da salvação
O cristianismo não despreza a matéria.
O Filho de Deus:
fez-se carne.
Jesus nasceu.
Cresceu.
Sentiu fome.
Cansaço.
Dor.
Morreu corporalmente.
E ressuscitou.
Cristo ressuscitou
Aqui está o centro.
Não podemos compreender a Assunção de Maria separadamente da Ressurreição de Jesus.
Maria não vence a morte por força própria.
Ela participa da vitória de seu Filho.
O Catecismo ensina
A Assunção de Maria é uma participação singular na Ressurreição de Cristo e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos.
Essa palavra é muito importante:
antecipação.
Maria mostra antecipadamente nosso destino
Aquilo que contemplamos realizado nela é sinal daquilo que esperamos.
Também nós professamos no Credo:
“Espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir.”
Ressurreição da carne
Talvez recitemos essa frase rapidamente.
Mas ela contém uma esperança extraordinária.
Deus não deseja salvar apenas uma parte de nós.
Sua promessa envolve a pessoa inteira.
A morte não terá a palavra final
Essa é a grande proclamação da Assunção.
O corpo envelhece.
Enfraquece.
Adoece.
Morre.
Mas não foi criado para o nada.
Deus não abandona sua criação
Aquilo que Ele criou e chamou de bom está destinado à redenção.
Por isso a esperança cristã não é simplesmente:
“Minha alma continuará existindo.”
É também:
“Creio na ressurreição da carne.”
Maria é sinal dessa esperança
O Vaticano II chama Maria glorificada de:
imagem e início da Igreja que há de atingir sua plenitude no mundo futuro.
E acrescenta que ela brilha para o Povo de Deus peregrino como:
sinal de esperança segura e de consolação.
Esperança
Talvez essa seja a palavra principal desta invocação.
Rainha elevada ao céu, rogai por nós.
É uma oração para quem ainda está caminhando.
Para quem ainda luta.
Para quem envelhece.
Para quem sofre.
Para quem acompanha alguém próximo da morte.
Para quem está de luto.
A Assunção fala aos nossos funerais
Quando estamos diante de um caixão, a fé cristã não nos obriga a fingir que a morte não dói.
Jesus chorou diante do túmulo de Lázaro.
Também nós choramos.
Mas choramos com esperança
São Paulo não diz que os cristãos não sofrem diante da morte.
Diz que não devemos entristecer-nos como aqueles que não têm esperança.
A diferença cristã não é ausência de lágrimas.
É presença de esperança.
Maria conhece o luto
Ela permaneceu junto à Cruz.
Viu morrer o Filho.
Conheceu a espada da dor.
Por isso aquela que contemplamos glorificada não é uma mulher distante do sofrimento humano.
A Mãe das Dores é também a mulher da glória
Isso é particularmente importante para nós, Servos de Maria.
Nossa espiritualidade permanece junto à Cruz.
Mas não termina na Cruz.
O Stabat Mater conduz à Páscoa
Maria permanece junto ao Crucificado.
Mas o Crucificado ressuscita.
A compaixão cristã não é desespero.
É compaixão atravessada pela esperança pascal.
Nossa Senhora das Dores e Nossa Senhora da Assunção
Não são duas Marias.
É a mesma mulher.
Aquela que esteve:
junto à Cruz
é aquela que contemplamos:
na glória.
Isso muda nossa maneira de olhar o sofrimento
O sofrimento continua sendo sofrimento.
Não precisamos romantizá-lo.
Mas não é definitivo.
A doença não é definitiva.
A fragilidade não é definitiva.
A morte não é definitiva.
Cristo é definitivo
E Maria elevada ao céu é testemunha da vitória de Cristo.
Uma palavra para os enfermos
Há momentos em que o corpo se transforma numa experiência dolorosa.
Limitações.
Dependência.
Tratamentos.
Perda de autonomia.
Talvez surja até a sensação de que o próprio corpo se tornou inimigo.
A Assunção proclama a dignidade do corpo
Seu corpo não é descartável.
Não perdeu seu valor porque está enfermo.
Não perdeu dignidade porque precisa de ajuda.
Deus ama a pessoa inteira
Também aquele corpo cansado.
Envelhecido.
Marcado por cicatrizes.
Uma palavra para nossos irmãos idosos
Talvez esta festa fale de maneira especialmente profunda à velhice.
O espelho mostra mudanças.
As forças diminuem.
Atividades antes simples tornam-se difíceis.
Algumas responsabilidades precisam ser entregues.
A pessoa pode perguntar
“O que resta de mim quando já não consigo fazer aquilo que fazia?”
Resta aquilo que sempre foi mais importante:
você é amado por Deus.
Nossa dignidade não vem da produtividade
Isso precisa ser repetido em nossas comunidades.
Um irmão não possui valor porque consegue:
celebrar muitas Missas,
atender muitas pessoas,
administrar uma obra,
dirigir um carro,
trabalhar o dia inteiro.
Seu valor vem antes
É pessoa.
É irmão.
É filho de Deus.
A velhice não é uma sala de espera para a morte
Pode tornar-se uma etapa espiritual profunda.
Tempo de:
síntese,
reconciliação,
gratidão,
desapego,
oração,
esperança.
Aprender a receber
Durante muitos anos talvez alguém tenha servido os outros.
Depois chega o momento em que precisa permitir que os outros o sirvam.
Isso pode ser difícil.
Também receber exige humildade
Deixar que outro ajude.
Acompanhe.
Prepare.
Conduza.
Cuide.
Também isso pode tornar-se comunhão.
Maria foi elevada
A expressão é importante.
Ela não “subiu” ao céu por seu próprio poder.
Cristo ascende.
Maria é assumida.
Elevada.
Tudo continua sendo graça
Como na Imaculada Conceição.
No início: graça.
No fim: graça.
A vida inteira de Maria está envolvida pelo dom de Deus.
Isso também fala à nossa vida religiosa
Começamos por graça.
Perseveramos pela graça.
E esperamos chegar ao fim sustentados pela graça.
Ninguém se salva por currículo
No final, nossos títulos não irão conosco.
Cargos.
Funções.
Diplomas.
Reconhecimento.
Projetos.
Tudo será relativizado.
Permanecerá o amor
São Paulo diz:
“A caridade jamais passará.”
Talvez seja isso que deveríamos acumular.
Não importância.
Amor.
Uma pergunta para a vida religiosa
Se amanhã precisássemos deixar todas as funções, o que restaria de nossa identidade?
Se a resposta for apenas:
“Eu era pároco.”
“Eu era prior.”
“Eu era formador.”
“Eu administrava aquela obra.”
então precisamos aprofundar.
Antes de tudo somos discípulos
E, para nós:
Servos de Maria.
Nossa identidade mais profunda não depende de um cargo.
A Assunção e o desapego
Maria deixa a vida terrena.
Também nós precisamos aprender lentamente a deixar.
Isso acontece durante toda a vida.
Deixar lugares
Pessoas.
Funções.
Projetos.
Objetos.
Expectativas.
A própria juventude.
Toda passagem pode preparar-nos para a entrega final
A vida cristã é uma escola de liberdade.
Não porque as coisas sejam ruins.
Mas porque nenhuma realidade criada pode tornar-se nosso absoluto.
“Onde está o teu tesouro...”
A Assunção pergunta silenciosamente:
Onde está nosso coração?
A vida presente é preciosa
Mas não é definitiva.
Isso não significa desprezar o mundo.
Ao contrário.
Justamente porque esperamos a ressurreição, levamos esta vida a sério.
O corpo importa
Por isso importa:
alimentar quem tem fome,
cuidar dos enfermos,
proteger crianças,
acolher idosos,
respeitar cada pessoa,
combater aquilo que degrada a dignidade humana.
A fé na ressurreição aumenta nossa responsabilidade pelo presente
Não diminui.
O corpo destinado à glória não pode ser tratado como objeto.
Uma palavra para nossa pastoral
Quando visitamos um enfermo, não estamos apenas realizando uma boa ação.
Estamos diante de uma pessoa cujo corpo está destinado à ressurreição.
Quando cuidamos de um idoso
Estamos tocando uma história que Deus não abandonará.
Quando sepultamos um irmão
Entregamos à terra um corpo que esperamos reencontrar transfigurado pela graça de Cristo.
O cemitério cristão é lugar de espera
Por isso a Igreja reza pelos mortos.
Não como quem fala ao nada.
Mas como comunidade que espera a consumação da obra de Cristo.
Uma palavra para quem vive o luto
Talvez nenhuma explicação elimine a saudade.
E não precisa eliminar.
Amar alguém significa que sua ausência dói.
A esperança não apaga a saudade
Dá-lhe horizonte.
Podemos chorar e acreditar ao mesmo tempo.
Maria compreende
Aquela que viu o Filho morrer pode permanecer junto de quem chora.
E aquela que está na glória pode recordar:
a morte não é o fim da história.
Uma palavra para os jovens
Pode parecer estranho falar sobre a morte quando a vida parece estar apenas começando.
Mas pensar no destino final pode ajudar-nos a viver melhor agora.
A pergunta sobre o fim organiza o caminho
Para onde estou levando minha vida?
O que realmente importa?
Que tipo de pessoa estou me tornando?
Não temos tempo infinito
Essa consciência não precisa gerar medo.
Pode gerar sabedoria.
“Ensina-nos a contar nossos dias”
O salmista pede isso a Deus para alcançar sabedoria do coração.
Saber que a vida é limitada ajuda-nos a escolher melhor.
Não adiar indefinidamente o amor
Um pedido de perdão.
Uma reconciliação.
Uma visita.
Uma palavra de gratidão.
Por que esperar?
A Assunção e a formação
Também os jovens em formação precisam compreender:
a vocação não é projeto de carreira.
Não é uma sequência:
postulantado,
noviciado,
profissão,
estudos,
ordenação,
cargos.
Existe algo muito maior
A vocação é caminho para Deus.
Todas as etapas possuem sentido somente se ajudarem a pessoa a configurar-se a Cristo.
O objetivo final não é a ordenação
Nem a profissão solene.
É:
a santidade.
É:
a comunhão eterna com Deus.
Uma palavra para os formadores
Formar alguém significa também ajudá-lo a viver com horizonte escatológico.
Não apenas preparar para tarefas.
Mas preparar para uma vida inteira de fidelidade.
E, finalmente, para entregar a própria vida a Deus.
Formamos peregrinos
Não funcionários de uma instituição.
Discípulos.
Irmãos.
Servos.
Uma palavra para quem exerce autoridade
A Assunção relativiza nossos cargos.
Isso faz bem.
Hoje alguém é responsável.
Amanhã outro será.
A obra continua.
A Igreja continua.
A Ordem continua.
Somos administradores de um tempo
Recebemos uma responsabilidade.
Servimos.
Depois entregamos.
Saber entregar também é espiritualidade
Há quem saiba assumir funções.
Mais difícil, às vezes, é saber deixá-las.
Maria ensina disponibilidade.
Recebe uma missão.
Cumpre.
Entrega.
Nada precisamos possuir para sempre
Nem mesmo aquilo que fizemos com amor.
A Assunção e a criação
Existe ainda uma dimensão muito bela.
Se o corpo participa da glória, a matéria não é desprezível.
A esperança cristã envolve também a criação.
São Paulo fala da criação que geme esperando a libertação.
Esperamos novos céus e nova terra
A salvação cristã não é fuga da criação.
É sua transformação em Cristo.
Cuidar da criação também possui horizonte cristão
O mundo não é divino.
Mas é criação de Deus.
Recebido como dom.
Confiado à nossa responsabilidade.
Maria e a nova criação
Na mulher elevada ao céu contemplamos uma criatura humana plenamente alcançada pela vitória pascal.
É como se a nova criação já começasse a aparecer.
O futuro entrou na história
Isso talvez seja uma das maneiras mais belas de compreender a Assunção.
Aquilo que esperamos no fim já resplandece em Maria.
Por isso ela é sinal de esperança
Não uma esperança vaga.
Não:
“Talvez tudo termine bem.”
Mas esperança fundada em Cristo ressuscitado.
O túmulo não venceu Jesus
E não terá a palavra final sobre aqueles que pertencem a Ele.
Para nós, Servos de Maria
Esta invocação pode ajudar-nos a unir dois aspectos fundamentais:
compaixão e esperança.
Permanecer junto às cruzes.
Mas sem esquecer a Ressurreição.
Não abandonar quem sofre
E não deixar que o sofrimento nos convença de que tudo está perdido.
Maria conhece as duas realidades
A espada.
E a glória.
O Calvário.
E o céu.
As lágrimas.
E a esperança.
Uma espiritualidade verdadeiramente servita precisa das duas
Se ficarmos apenas na dor, podemos cair no pessimismo.
Se falarmos apenas da glória, podemos fugir das dores reais.
Maria ensina:
permanecer junto à Cruz olhando para a Páscoa.
Uma pergunta para o coração
Diante desta invocação podemos perguntar:
Em que estou colocando minha esperança?
Na saúde?
Na função?
No reconhecimento?
Na segurança?
Tudo isso é frágil.
Outra pergunta
O que ainda tenho dificuldade de entregar?
Talvez a Assunção nos ensine a viver de mãos abertas.
E uma terceira
Eu realmente acredito na ressurreição da carne?
Não apenas como frase do Credo.
Mas como esperança capaz de mudar minha maneira de:
envelhecer,
sofrer,
cuidar,
sepultar,
esperar.
A morte será vencida
Esta é nossa fé.
Não sabemos todos os detalhes.
Mas sabemos quem venceu:
Jesus Cristo.
Maria aponta para Ele
A Rainha elevada ao céu não diz:
“Vejam aquilo que consegui.”
Sua existência inteira continua proclamando:
“O Todo-Poderoso fez em mim grandes coisas.”
A glória de Maria é glória da graça
E promessa para a Igreja.
Um dia nossa peregrinação terminará
Também nós deixaremos:
nossa casa,
nossos livros,
nossos projetos,
nossas funções,
nossos objetos,
nosso próprio corpo entregue à terra.
Mas não caminhamos para o vazio
Caminhamos para:
Deus.
Essa é a esperança cristã
Não simplesmente viver para sempre.
Mas viver para sempre:
com Cristo.
E Maria já está onde esperamos chegar
Por isso a Igreja peregrina olha para ela.
Não para escapar da terra.
Mas para caminhar melhor sobre a terra.
Oração
Rainha elevada ao céu,
Mãe glorificada em corpo e alma,
volte seus olhos para nós,
que ainda caminhamos.
Quando o caminho for longo,
sustente nossa esperança.
Quando o corpo adoecer,
recorde-nos sua dignidade.
Quando as forças diminuírem,
ajude-nos a compreender
que nosso valor não depende
daquilo que conseguimos produzir.
Aos nossos irmãos idosos,
conceda serenidade,
gratidão e esperança.
Quando precisarem entregar funções,
ensine-os a descobrir
que sua vocação permanece.
Quando precisarem receber cuidados,
dê-lhes a humildade
de deixar-se amar.
E às nossas comunidades,
dê a graça de nunca abandonar
aqueles que se tornam frágeis.
Aos enfermos,
dê consolação.
Aos que cuidam deles,
dê paciência e ternura.
Aos que estão próximos da morte,
dê confiança em Cristo.
Aos que choram seus mortos,
permita que a esperança
habite suas lágrimas.
Aos jovens,
dê sabedoria para compreender
que a vida é preciosa
e não deve ser desperdiçada.
Aos que estão em formação,
recorde que a vocação
não é uma carreira,
mas caminho de santidade.
Aos formadores,
ensine a preparar discípulos
não apenas para exercer funções,
mas para entregar uma vida inteira
ao Senhor.
Aos sacerdotes,
dê palavras de esperança
diante da enfermidade e da morte.
Que saibamos permanecer em silêncio
quando as palavras forem pequenas
diante da dor.
Aos que exercem autoridade,
dê liberdade para servir
sem possuir os cargos.
Ensine-nos a receber,
a servir
e, quando chegar o tempo,
a entregar.
A nós, Servos de Maria,
ensine a unir
as Dores de nossa Mãe
à esperança da Assunção.
Que permaneçamos junto
às cruzes humanas,
mas nunca anunciemos
uma cruz sem Páscoa.
Que nossa compaixão
seja cheia de esperança.
Que nossa esperança
nunca nos afaste
de quem sofre.
Quando estivermos diante
do túmulo de um irmão,
ajude-nos a professar:
“Creio na ressurreição da carne
e na vida eterna.”
Quando nosso próprio caminho
se aproximar do fim,
ensine-nos a entregar tudo
nas mãos do Pai.
E quando tivermos medo,
mostre-nos novamente
seu Filho ressuscitado.
Ele venceu o pecado.
Ele venceu a morte.
Ele é nossa esperança.
Maria, sinal de esperança segura
e de consolação,
acompanhe-nos até o dia
em que Deus seja tudo em todos.
Rainha elevada ao céu, rogai por nós.
Para guardar no coração
Na Assunção de Maria contemplamos antecipadamente nosso próprio destino. Elevada em corpo e alma à glória, ela não nos convida a fugir da terra, mas a viver nela com esperança: o corpo possui dignidade, a morte não possui a última palavra e a vitória de Cristo está destinada a alcançar plenamente aqueles que lhe pertencem.
Fontes
Sagrada Escritura, especialmente 1Cor 15,20-28.42-57; 1Ts 4,13-18; Rm 8,18-25; Ap 12,1; Sl 90(89),12.
Pio XII, Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, 1º de novembro de 1950, definição dogmática da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria.
Concílio Vaticano II, Constituição Dogmática Lumen gentium, nn. 59 e 68, sobre Maria elevada em corpo e alma à glória e como sinal de esperança segura e consolação para o Povo de Deus peregrino.
Catecismo da Igreja Católica, n. 966, sobre a Assunção como participação singular na Ressurreição de Cristo e antecipação da ressurreição dos cristãos.
São João Paulo II, Audiência Geral de 2 de julho de 1997, A Assunção de Maria, verdade de fé.
Bento XVI, homilia da Solenidade da Assunção, 15 de agosto de 2009, sobre Maria como participante da vitória definitiva de Cristo sobre a morte.
Papa Francisco, homilia da Solenidade da Assunção, 15 de agosto de 2013, sobre Maria glorificada como sinal de esperança para o Povo de Deus peregrino.
Tradição litúrgica da Igreja, Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria.
Ladainha Lauretana, invocação Regina in caelum assumpta.
Texto preparado para a série “As Ladainhas de Nossa Senhora”, do Somos Servos.
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