14/09/2026

Frei Mário M. Scuppa, OSM

 


Trajetória de vida


Frei Mário M. Scuppa, OSM, nasceu em 23 de março de 1931, em Apiro, na província de Macerata, Itália, filho de Antonio Scuppa e Clorinda Leoni.


Ainda muito jovem ingressou na Ordem dos Servos de Maria. Iniciou o noviciado em 10 de outubro de 1946 e fez sua primeira profissão religiosa em 12 de outubro de 1947.


Prosseguindo sua formação para a vida religiosa e o ministério sacerdotal, em 19 de março de 1953 emitiu a profissão solene, consagrando-se definitivamente a Deus na Ordem dos Servos de Maria.


Foi ordenado diácono em 10 de fevereiro de 1955 e recebeu a ordenação sacerdotal em 31 de julho de 1955.


Sua vida religiosa e sacerdotal ficou profundamente ligada à presença missionária dos Servos de Maria no Brasil, particularmente à missão no Acre.


Na década de 1970, Frei Mário estava diretamente inserido na vida pastoral do então Vicariato do Acre. Em 21 de junho de 1974, encontrava-se como pároco de Brasiléia e participou, em Xapuri, da reunião dos agentes pastorais da Prelazia do Acre e Purus convocada diante da grave situação fundiária vivida pela população.


O encontro reuniu Dom Moacyr Grechi, responsáveis da Ordem dos Servos de Maria e missionários que atuavam nas diferentes comunidades da região. O documento resultante procurava orientar pastoralmente o povo, especialmente os posseiros, acerca de seus direitos e da defesa da terra.


Frei Mário aparece novamente entre os participantes do Capítulo Vicarial do Acre de 1975, ao lado de outros Servos de Maria que marcaram profundamente a história da missão acreana. Sua participação nesses acontecimentos mostra sua inserção efetiva na caminhada pastoral e comunitária da Ordem naquela região.


Depois dos anos dedicados à missão, continuou sua vida e seu ministério no âmbito da Província Brasileira dos Servos de Maria, posteriormente denominada Província São Peregrino.


Seu testemunho permaneceu também na memória daqueles que conheceram a presença servita no Acre. Décadas mais tarde, Frei Charlie M. Leitão de Souza, OSM, ao recordar sua própria caminhada vocacional, mencionou Frei Mário entre os religiosos cujo testemunho de vida missionária e de espiritualidade permaneceu vivo em sua memória afetiva.


Frei Mário faleceu em São Paulo, no dia 5 de junho de 2007, aos 76 anos de idade, depois de aproximadamente seis décadas de consagração religiosa.


Sua vida pertence à história daquela geração de Servos de Maria que colocou seus dons a serviço da consolidação da Ordem no Brasil e da missão da Igreja na Amazônia, particularmente no Acre.


Frei Mário M. Scuppa, OSM

23 de março de 1931 – 5 de junho de 2007


Somos Servos — Memória histórica da Ordem dos Servos de Maria

Frei Armando M. Morandi, OSM



Trajetória de vida

Frei Armando M. Morandi nasceu no dia 10 de abril de 1933, em Montese, na província de Modena, Itália, filho de Igino Morandi e Elvira Boschetti.

Ainda muito jovem abraçou a vida religiosa na Ordem dos Servos de Maria. Iniciou o noviciado em 19 de outubro de 1949 e fez sua primeira profissão religiosa em 17 de outubro de 1950.

Em 1953, ainda jovem religioso e em período de formação, veio para o Brasil. Pertenceu, portanto, à geração de Servos de Maria italianos que contribuíram diretamente para a consolidação da presença da Ordem no país. Prosseguiu aqui sua formação e os estudos teológicos.

Em 19 de setembro de 1954, fez a profissão solene, consagrando-se definitivamente a Deus na Ordem dos Servos de Maria. Foi ordenado sacerdote em 7 de abril de 1958.

Ao longo de sua vida religiosa e sacerdotal, Frei Armando colocou-se a serviço da missão dos Servos de Maria no Brasil. Parte significativa de seu ministério esteve ligada à Igreja do Acre, cuja evangelização marcou profundamente a história da Ordem no país.

Em 1974, encontramo-lo exercendo uma responsabilidade particularmente importante: Frei Armando era Administrador da Prelazia do Acre e Purus. Naquele contexto, participou da caminhada de uma Igreja fortemente comprometida com as populações mais pobres e com os graves problemas sociais e fundiários da região.

Sua presença está documentada, por exemplo, entre os religiosos que participaram da manifestação da Igreja acreana sobre a questão da terra, em Xapuri, em 21 de junho de 1974, juntamente com Dom Moacyr Grechi e outros missionários.

Depois de sua atuação no Acre, Frei Armando continuou servindo à Província São Peregrino em outras comunidades. Há documentação de sua presença em Turvo e, posteriormente, no Rio de Janeiro.

Nos últimos anos de sua vida esteve ligado ao Convento Nossa Senhora das Dores, no Rio de Janeiro. Com o agravamento de sua saúde, passou a residir na Casa do Padre da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Ali faleceu na manhã de 11 de dezembro de 2013, aos 80 anos de idade, depois de aproximadamente 63 anos de vida religiosa.

No dia seguinte, 12 de dezembro, foi celebrada no Rio de Janeiro a Missa de corpo presente. Depois, seu corpo foi levado para São José dos Campos, cidade profundamente ligada à história dos Servos de Maria no Brasil.

Em 13 de dezembro de 2013, confrades, religiosas, amigos e membros da Família Servita reuniram-se para sua despedida. Frei Armando foi sepultado no jazigo dos Servos de Maria no cemitério municipal de São José dos Campos.

Sua longa trajetória uniu a terra italiana onde nasceu à missão brasileira que abraçou ainda jovem. Religioso, sacerdote e missionário, Frei Armando M. Morandi pertence à geração de Servos de Maria que dedicou grande parte da própria existência à construção e consolidação da Província São Peregrino no Brasil.

Frei Armando M. Morandi, OSM
10 de abril de 1933 – 11 de dezembro de 2013

Somos Servos — Memória histórica da Ordem dos Servos de Maria

Frei Dionísio M. Mandaio, OSM

 


Trajetória de vida e necrológio


Frei Dionísio M. Mandaio nasceu em 29 de janeiro de 1933, em Conchal, Estado de São Paulo, filho de Pedro Mandaio e Natalina Bonon.


Ingressando na Ordem dos Servos de Maria, iniciou o noviciado em 4 de abril de 1952. Emitiu a primeira profissão religiosa em 19 de abril de 1953 e a profissão solene em 23 de março de 1957.


Frei Dionísio viveu sua vocação como irmão religioso professo solene, colocando seus dons a serviço da Ordem, da Igreja e, de modo especial, da missão dos Servos de Maria na Amazônia.


Missionário no Acre


Sua trajetória está profundamente ligada à presença dos Servos de Maria no Acre. Ali participou de uma época em que as distâncias, a precariedade das comunicações e a ausência de estradas exigiam dos missionários criatividade, coragem e espírito de serviço.


Um episódio particularmente significativo ocorreu em 1968, durante a implantação do Hospital Santa Juliana, em Rio Branco. Na véspera da inauguração do hospital, chegou ao Acre um avião bimotor Dornier, vindo da Alemanha e obtido graças à campanha promovida por Frei Heitor M. Turrini.


O avião tinha como finalidade diminuir o isolamento dos centros missionários e possibilitar o transporte mais rápido e seguro de enfermos graves. Quem estava no comando da aeronave era Frei Dionísio Mandaio, recordado pela história do Hospital Santa Juliana como seu ilustre piloto.


Assim, sua atividade como piloto tornou-se também uma forma concreta de serviço missionário: o avião colocava em comunicação comunidades distantes e podia transformar-se em instrumento de socorro para os enfermos.


Serviço social e pastoral


Frei Dionísio não se limitou ao serviço aéreo. Documentação de 1974 o apresenta participando da caminhada pastoral da então Prelazia do Acre e Purus.


Naquele ano, diante dos graves conflitos pela posse da terra no Acre, Dom Moacyr M. Grechi e os missionários reuniram-se em Xapuri para refletir sobre a situação das famílias e dos trabalhadores rurais. Entre os signatários do documento elaborado naquela ocasião aparece:


Frei Dionísio Mandaio — Diretor do Artesanato “Frei Romeu”.


Esse registro situa Frei Dionísio no ambiente de intensa atuação social e pastoral que marcou a Igreja acreana naquele período, especialmente junto às populações mais vulneráveis.


Uma longa vida de consagração


Ao longo das décadas, Frei Dionísio permaneceu integrado à vida da Província São Peregrino dos Servos de Maria. Os documentos provinciais mais recentes continuam a apresentá-lo entre os professos solenes da Província.


Nos últimos anos de sua vida passou a residir no Convento Santa Maria dos Servos, em Curitiba, Paraná. Correspondência provincial de dezembro de 2019 já registra expressamente sua residência naquela comunidade.


Mesmo idoso, permanecia unido à vida da Província e recebia suas comunicações, atas e o boletim Inter Nos.


Falecimento


Frei Dionísio M. Mandaio faleceu em Curitiba, no dia 4 de novembro de 2020, aos 87 anos de idade, depois de uma longa vida consagrada como Servo de Maria.


Foi sepultado na Universal Necrópole Ecumênica Vertical, em Curitiba.


Sua morte ocorreu no mesmo ano do centenário da chegada dos primeiros Servos de Maria à missão do Acre. Sua própria existência estava profundamente ligada à história que naquele ano a Província celebrava.


Frei Dionísio pertence àquela geração de religiosos cuja missão nem sempre se realizou através do ministério sacerdotal, mas através da disponibilidade cotidiana e do emprego dos próprios talentos a serviço da fraternidade, da Igreja e dos necessitados.


No Acre, pilotando um avião missionário, colaborando nas obras sociais e participando da caminhada da Igreja local, colocou sua vida a serviço de uma missão que procurava alcançar justamente aqueles que as enormes distâncias amazônicas deixavam mais isolados.


Depois de 67 anos de profissão religiosa, concluiu sua peregrinação terrena.


Que Nossa Senhora das Dores, a quem consagrou sua vida como Servo de Maria, o acolha entre aqueles que serviram fielmente a Cristo nos irmãos.


Frei Dionísio M. Mandaio, OSM

Nascimento: 29 de janeiro de 1933 — Conchal (SP)

Noviciado: 4 de abril de 1952

Primeira profissão: 19 de abril de 1953

Profissão solene: 23 de março de 1957

Falecimento: 4 de novembro de 2020 — Curitiba (PR)

Idade: 87 anos

Vida religiosa: 67 anos


Somos Servos — Memória histórica da Ordem dos Servos de Maria


Nota documental


Texto elaborado a partir do Catalogus Ordinis Servorum Mariae 2007, da documentação da Província São Peregrino conservada no arquivo pessoal de Frei Charlie M. Leitão de Souza, OSM, e de registros históricos da presença dos Servos de Maria no Acre.

Frei Heitor M. Turrini, OSM

 

Trajetória de vida e necrológio


Frei Heitor Maria Turrini, OSM, Ettore M. Turrini em italiano, nasceu em Maserno di Montese, província de Modena, Itália, em 27 de maio de 1926, filho de Antônio Turrini e Natália Fenocchi.


Ainda muito jovem ingressou na Ordem dos Servos de Maria. Iniciou o noviciado em 15 de agosto de 1943 e emitiu a primeira profissão religiosa em 27 de agosto de 1944. Fez a profissão solene em 8 de setembro de 1947.


Recebeu o diaconato em 5 de outubro de 1950 e, três dias depois, em 8 de outubro de 1950, foi ordenado presbítero.


Preparava-se para uma missão que marcaria definitivamente sua existência: o Brasil.


Missionário no Brasil


Frei Heitor chegou ao Brasil em 1950, com apenas 24 anos. Concluiu seus estudos em São Paulo e iniciou uma longa trajetória missionária que o ligaria profundamente à Amazônia e, particularmente, ao Acre.


Como religioso presbítero, viveu e trabalhou sobretudo em São Paulo, Brasiléia, Sena Madureira e Rio Branco.


Sua missão, porém, ultrapassou os limites da atividade estritamente paroquial.


Frei Heitor possuía extraordinária capacidade de mobilizar pessoas e recursos. Diante de uma necessidade, procurava imediatamente uma solução.


Na homilia de suas exéquias foi recordado como homem de “visão de futuro”, envolvido em numerosos projetos sociais, educacionais, pastorais e missionários.


Sua atuação esteve relacionada, em diferentes momentos, ao Instituto e Colégio Nossa Senhora das Dores, ao Hospital Santa Juliana, à Colônia Souza Araújo, à Igreja Cristo Libertador, à Creche Piratininga, ao Colégio Santa Juliana, ao Centro de Treinamento, à Colônia de Férias Santo Antônio Pucci, à Galeria Meta, à Fazenda da Esperança e a numerosas outras iniciativas.


Uma notícia publicada no Acre já em 1959 documenta Frei Heitor ligado à Procuradoria das Missões dos Servos de Maria e relata uma expedição ao alto Rio Chandless para contato com comunidades indígenas. Décadas depois, permanecia a mesma paixão missionária.


O “frade voador”


Uma das características mais singulares de sua atividade missionária foi a utilização da aviação para vencer as enormes distâncias amazônicas.


Frei Heitor trabalhou para conseguir aeronaves destinadas às missões. O objetivo era permitir o deslocamento dos missionários e, sobretudo, facilitar o transporte de enfermos em uma região onde praticamente não existiam estradas.


A própria história do Hospital Santa Juliana registra a chegada, em 1968, de um bimotor Dornier proveniente da Alemanha, fruto de uma campanha realizada por Frei Heitor na Europa para atender às necessidades das missões acreanas.


Ele próprio tornou-se piloto.


Sua personalidade dinâmica e sua disposição para enfrentar longas viagens fizeram com que fosse lembrado como um missionário que dificilmente aceitava a palavra “impossível”.


“Salve a Selva!”


Com o passar dos anos, outra dimensão tornou-se particularmente expressiva em sua missão: a defesa da Amazônia.


Frei Heitor compreendeu que o serviço aos pobres, aos povos indígenas e às populações amazônicas estava inseparavelmente ligado à defesa da floresta.


Promoveu a campanha “Salve a Selva”, escreveu e divulgou A Amazônia que não conhecemos e procurou sensibilizar autoridades civis, eclesiais e a sociedade para a preservação da região.


Nessa causa esteve profundamente unido a seu confrade e amigo Frei Paolino M. Baldassarri, OSM.


A defesa dos pobres, dos povos indígenas e da criação tornou-se uma das marcas de seu testemunho.


Um homem de projetos e relações


Frei Heitor possuía temperamento forte e, ao mesmo tempo, profundamente afetuoso.


Era capaz de insistir incansavelmente quando acreditava que determinada obra poderia beneficiar os pobres.


Pedia ajuda, procurava benfeitores, estabelecia relações e mantinha amizades.


Acreditava profundamente na Providência.


Sua maneira de viver essa confiança fazia com que envolvesse outras pessoas em seus projetos. O que começava como uma necessidade encontrada numa comunidade podia transformar-se em uma campanha envolvendo pessoas de lugares muito distantes.


Visitou diversos países e também colaborou com a presença dos Servos de Maria nas Filipinas.


Um irmão entre os últimos


Por trás das obras, campanhas e viagens havia uma convicção mais profunda: no outro, Frei Heitor reconhecia a presença de Deus.


Acolhia indígenas, pobres, enfermos, pessoas atingidas pela hanseníase, presidiários, perseguidos e tantas outras pessoas que encontrava nas margens da sociedade.


Sua atuação na Amazônia tornou inseparáveis evangelização, promoção humana, justiça, paz e defesa da criação.


Não por acaso, sua memória permaneceu também na sociedade acreana. Uma escola pública de Rio Branco recebeu o nome de Escola Frei Heitor Maria Turrini.


Retorno definitivo à Amazônia


Depois de muitos anos de missão, Frei Heitor passou um período vivendo novamente na Itália.


Mas a Amazônia continuava presente em seu coração.


Em idade já avançada, voltou ao Brasil. Uma das motivações dessa viagem foi visitar o lugar onde repousava seu antigo companheiro de missão, Frei Paolino Baldassarri.


O retorno, que poderia ter sido apenas uma visita, tornou-se definitivo.


Frei Heitor permaneceu no Acre.


Ali encerraria a mesma caminhada missionária iniciada tantas décadas antes.


Falecimento


Nos últimos tempos, sua saúde tornou-se frágil.


Após cerca de quinze dias de internação, Frei Heitor faleceu na manhã de 8 de janeiro de 2022, no Hospital Santa Juliana, em Rio Branco, aos 95 anos de idade. Os registros contemporâneos mencionam comprometimento pulmonar e grave quadro respiratório.


Seu velório aconteceu na Igreja São Peregrino.


No domingo, 9 de janeiro de 2022, foi celebrada a Missa exequial. Depois da celebração, seu corpo foi conduzido ao Cemitério Morada da Paz, em Rio Branco, onde foi sepultado.


Depois de mais de sete décadas de vida religiosa, o missionário italiano que fizera da Amazônia sua terra repousava definitivamente no Acre.


Um filho amado, um irmão solícito, um Servo fiel


Na homilia exequial, Frei Heitor foi recordado a partir de três expressões que resumem sua existência:


um filho amado;

um irmão solícito;

um Servo fiel.


Amava o Evangelho.


Amava a Igreja.


Amava a Ordem dos Servos de Maria.


Amava o Acre.


Amava a Amazônia.


E procurou transformar esse amor em serviço concreto.


Sua memória permanece não apenas nas construções e instituições para as quais colaborou, mas sobretudo nas pessoas que encontrou, ajudou e envolveu em sua aventura missionária.


Como foi proclamado em suas exéquias:


“Frei Heitor nos espera no Paraíso.”


---


Dados biográficos


Nome: Frei Heitor (Ettore) M. Turrini, OSM

Nascimento: 27 de maio de 1926 — Maserno di Montese, Modena, Itália

Noviciado: 15 de agosto de 1943

Primeira profissão: 27 de agosto de 1944

Profissão solene: 8 de setembro de 1947

Diaconato: 5 de outubro de 1950

Ordenação presbiteral: 8 de outubro de 1950

Chegada ao Brasil: 1950

Falecimento: 8 de janeiro de 2022 — Rio Branco, Acre

Sepultamento: 9 de janeiro de 2022 — Cemitério Morada da Paz, Rio Branco


Descanse em paz!


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Nota documental


Esta trajetória foi preparada a partir da documentação referente a Frei Heitor M. Turrini, da homilia exequial e do necrológio posteriormente elaborado por Frei Charlie M. Leitão de Souza, OSM, confrontados com registros contemporâneos de seu falecimento e de sua atuação missionária.


A homilia exequial permanece publicada separadamente, preservando seu caráter de testemunho pessoal e documento histórico.


Somos Servos — Memória histórica da Ordem dos Servos de Maria

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