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9/30/2026

XIII Laudato si’ e o carisma dos Servos de Maria

 

Da contemplação da criação à conversão ecológica


O que a crise ecológica tem a ver com a vocação dos Servos de Maria?


Seria o cuidado da criação apenas mais uma causa contemporânea que a Ordem deveria acrescentar às suas atividades?


Ou existe algo em nosso próprio carisma capaz de nos ajudar a compreender e viver a ecologia integral?


O estudo Laudato si’ e as Constituições e o carisma dos Frades Servos de Maria conduz-nos precisamente a essa segunda perspectiva.


A responsabilidade ecológica não aparece como elemento estranho acrescentado à espiritualidade servita.


Ela pode ser compreendida a partir de realidades que já conhecemos profundamente:


criação, contemplação, fraternidade, pobreza, serviço, justiça, compaixão e comunhão.


E as Constituições oferecem uma expressão particularmente bela para orientar esse caminho:


“Teremos para com as criaturas somente relações de paz, misericórdia, justiça e amor construtivo” (Const. OSM, 299).


Uma crise que exige conversão


A Laudato si’ representa um momento decisivo na compreensão católica da responsabilidade pela criação.


Seu chamado não se limita à adoção de algumas práticas ambientalmente corretas.


A questão é mais profunda.


É necessária uma conversão ecológica.


Isso significa mudar nossa maneira de compreender:


a humanidade;


a criação;


os pobres;


o consumo;


o desenvolvimento;


e nossa relação com Deus.


A crise ambiental revela também uma crise espiritual.


“Tudo está interligado”


Uma das convicções fundamentais da Laudato si’ aparece repetidamente:


tudo está interligado.


Não podemos pensar a humanidade separadamente da natureza.


Não podemos pensar economia sem consequências ambientais.


Não podemos falar dos pobres sem considerar as mudanças climáticas.


Não podemos falar da criação sem falar da responsabilidade humana.


Essa interligação possui uma ressonância particularmente significativa para uma Ordem cuja espiritualidade insiste tanto na comunhão.


Uma antiga acusação ao cristianismo


O estudo reconstrói também um importante debate histórico.


Em 1967, o historiador Lynn White Jr. acusou a tradição bíblica, particularmente determinadas interpretações do Gênesis, de ter contribuído para a crise ecológica ao favorecer uma compreensão de “domínio” humano sobre a natureza.


Sua tese exerceu grande influência.


O problema não pode ser simplesmente ignorado.


Houve, de fato, interpretações cristãs que trataram a criação quase exclusivamente como recurso colocado à disposição da humanidade.


Mas seria essa realmente a visão bíblica?


Cultivar e guardar


Diversos estudiosos da Escritura responderam negativamente.


O Gênesis não entrega a criação à humanidade para uma exploração ilimitada.


O ser humano recebe a responsabilidade de cultivar e guardar.


Esses dois verbos precisam permanecer juntos.


Cultivar sem guardar transforma-se em exploração.


Guardar sem reconhecer a responsabilidade humana pela terra também seria insuficiente.


O ser humano recebe uma missão.


A criação é dom e responsabilidade.


Não dominadores, mas responsáveis


O estudo destaca ainda a interpretação do verbo bíblico frequentemente traduzido como “dominar”.


Ele não justifica um domínio arbitrário sobre uma criação passiva.


Deve ser compreendido dentro da responsabilidade confiada pelo Criador.


Não somos proprietários absolutos.


Somos responsáveis.


Essa diferença modifica profundamente nossa relação com a terra.


Deus também se deixa encontrar na criação


A tradição bíblica não coloca Deus simplesmente fora do mundo natural.


Israel celebra festas ligadas à terra.


Reconhece a fecundidade como dom.


Contempla os céus.


Canta as criaturas.


Percebe a presença do Criador em suas obras.


A natureza não é Deus.


Mas fala de Deus.


Assim, cuidar da criação não é desviar a atenção do Criador.


Pode tornar-se uma maneira de honrá-lo.


Da questão social à questão socioambiental


A doutrina social da Igreja levou tempo para colocar a responsabilidade ecológica no centro de sua reflexão.


O estudo identifica um longo desenvolvimento que passa por Leão XIII, Vaticano II, Paulo VI, João Paulo II e chega ao Papa Francisco.


Progressivamente tornou-se mais evidente que a questão ecológica não pode ser separada da questão social.


E aqui está uma das grandes contribuições da Laudato si’:


o clamor da terra e o clamor dos pobres pertencem à mesma crise.


Os pobres sofrem primeiro


As consequências da degradação ambiental não são distribuídas igualmente.


As populações mais vulneráveis frequentemente sofrem primeiro e possuem menos recursos para proteger-se.


Mudanças climáticas, escassez de água, destruição de ecossistemas, poluição e alterações na produção de alimentos possuem consequências sociais.


Por isso, a ecologia integral não pode ser reduzida à proteção de paisagens.


É também questão de justiça.


Uma Ordem mundial diante de uma crise mundial


Esse ponto toca diretamente os Servos de Maria.


Nossa Ordem está presente em diferentes partes do planeta.


Algumas comunidades vivem em países historicamente responsáveis por grande parte da pressão ambiental.


Outras vivem em regiões que experimentam mais diretamente suas consequências.


Isso significa que a crise ecológica atravessa a própria fraternidade internacional.


O estudo chega a uma conclusão forte:


formamos uma comunidade de solidariedade que nos chama a enfrentar juntos a crise climática.


Fraternidade humana e fraternidade com a criação


A Fratelli tutti aprofunda a consciência da fraternidade humana.


A Laudato si’ amplia nossa percepção da interdependência de toda a criação.


Para os Servos de Maria, essas duas perspectivas podem dialogar de maneira particularmente fecunda.


A fraternidade que cultivamos entre nós não deveria fechar-se nos limites da comunidade humana.


A criação inteira é recebida do mesmo Deus.


O valor próprio das criaturas


A Laudato si’ pede que deixemos de olhar para as diferentes espécies apenas como “recursos” disponíveis para exploração.


Cada criatura possui um valor diante de Deus.


Sua existência glorifica o Criador.


Isso exige uma profunda mudança de olhar.


Uma árvore não vale apenas pela madeira.


Um rio não vale apenas pela água que podemos retirar.


Um animal não vale apenas por sua utilidade.


A criação possui uma dignidade que precede nosso uso dela.


Biodiversidade


O estudo dedica especial atenção à biodiversidade.


A extinção de espécies não representa simplesmente a perda de possíveis recursos futuros.


Significa o desaparecimento irreversível de formas de vida que possuem valor em si mesmas.


Quando uma espécie desaparece por causa da ação humana, algo da riqueza da criação deixa de existir.


Não temos o direito de tratar essa perda com indiferença.


A teia da vida


Tudo isso conduz a uma imagem central:


a teia da vida.


A existência humana depende de sistemas físicos, químicos e biológicos profundamente interdependentes.


Não possuímos vida isoladamente.


Respiramos.


Bebemos.


Comemos.


Dependemos do solo.


Dependemos dos oceanos.


Dependemos das florestas.


Dependemos de incontáveis organismos.


Reconhecer isso não diminui a dignidade humana.


Coloca-a dentro de uma responsabilidade maior.


Quando o ser humano se coloca no lugar de Deus


A crise começa quando nos consideramos absolutamente autônomos diante da realidade.


Quando deixamos de ser colaboradores de Deus e pretendemos ocupar seu lugar.


A criação transforma-se então em objeto.


E o objeto pode ser explorado.


A conversão ecológica exige abandonar essa ilusão de soberania absoluta.


Somos criaturas entre criaturas, ainda que dotadas de uma responsabilidade particular.


E os animais?


O estudo entra depois numa questão menos habitual na reflexão servita:


nossa relação com os animais.


Aqui aparece uma contribuição significativa de Frei Martin M. Lintner, OSM, estudioso de ética animal.


A pergunta fundamental é consequência da própria Laudato si’:


se cada criatura possui valor próprio diante de Deus, como devemos tratar os animais?


De utilidade para responsabilidade


Durante muito tempo, a reflexão moral cristã concentrou-se principalmente na utilidade dos animais para os seres humanos.


Alimento.


Trabalho.


Vestuário.


Pesquisa.


Lazer.


A perspectiva ecológica contemporânea pede uma consideração mais ampla.


Os animais fazem parte da biodiversidade.


Muitos possuem capacidade de sentir dor e outras experiências.


Por isso, nossa relação com eles também pertence à responsabilidade moral.


Uma pequena história de conversão


O autor do estudo conta uma experiência pessoal.


Caminhando em Chicago, encontrou um formigueiro na calçada.


Sua reação instintiva foi pensar em destruí-lo.


Mas parou.


Observou a complexidade daquilo que pequenas criaturas haviam construído.


E perguntou:


por que destruir?


Tinha poder para fazê-lo.


Mas possuir poder não significa possuir direito.


Ele contorna o formigueiro.


Um gesto minúsculo tornou-se momento de conversão ecológica.


Do poder ao cuidado


Talvez essa pequena história resuma uma grande mudança espiritual.


Nossa primeira pergunta diante da criação não deveria ser:


“O que posso fazer com isto?”


Mas:


“Como devo relacionar-me com isto?”


O poder precisa ser convertido em responsabilidade.


O domínio, em cuidado.


A exploração, em proteção.


Alimentação e responsabilidade


O estudo aborda também uma questão delicada: o uso de animais na alimentação.


Não apresenta simplesmente o vegetarianismo ou o veganismo como obrigação universal.


Mas pede reflexão séria sobre:


as condições de criação;


o sofrimento animal;


o consumo crescente de carne;


os impactos climáticos;


o uso da terra;


e a sustentabilidade dos sistemas alimentares.


A conversão ecológica chega, portanto, também à mesa.


Uma questão especialmente próxima do Brasil


O documento menciona explicitamente o Brasil ao tratar da produção de ração animal associada ao desmatamento das florestas tropicais.


Isso mostra como escolhas de consumo realizadas muito longe podem produzir consequências ambientais em outros lugares.


A ecologia integral obriga-nos a enxergar essas cadeias de relações.


Aquilo que compramos possui uma história.


Das ideias às ações


O estudo não termina na reflexão teológica.


Pergunta diretamente:


o que os Servos de Maria podem fazer?


E apresenta propostas concretas.


Esse passo é fundamental.


O amor pela criação precisa tornar-se ação.


Como diz a conclusão do documento:


“amar” é verbo que exige atos concretos.


Ler a Laudato si’


A primeira proposta é simples:


cada Servo de Maria deveria ler pessoalmente a Laudato si’.


Não apenas resumos.


Não apenas comentários.


O próprio texto.


O estudo recomenda também sua leitura em relação com Fratelli tutti e Querida Amazonia.


A conversão começa também pela formação da consciência.


Evangelizar para a conversão ecológica


Nossos ministérios podem contribuir para formar essa consciência.


Paróquias.


Escolas.


Casas de formação.


Grupos juvenis.


Ordem Secular.


Família Servita.


A ecologia integral pode aparecer na catequese, na formação e na pregação.


Não como moda.


Mas como consequência da fé no Deus Criador.


Tempo da Criação


O estudo recomenda atenção particular ao Tempo da Criação, celebrado anualmente entre 1º de setembro e 4 de outubro.


Esse período pode favorecer:


oração;


catequese;


formação;


ações comunitárias;


iniciativas ecológicas.


A liturgia pode ajudar a recuperar uma espiritualidade capaz de contemplar Deus na criação.


Envolver os jovens


Há uma atenção especial aos jovens e estudantes.


Eles podem ser envolvidos em iniciativas concretas de restauração ambiental.


Isso une formação e ação.


A juventude não é chamada apenas a ouvir discursos sobre a crise ecológica.


Pode participar diretamente de sua resposta.


Comunidades servitas “verdes”


O estudo faz uma proposta particularmente concreta:


as próprias comunidades servitas deveriam procurar assumir um estilo de vida ambientalmente responsável.


Isso pode incluir:


eficiência energética;


energias renováveis;


redução de combustíveis fósseis;


meios de transporte menos poluentes;


mudanças no consumo;


revisão das práticas alimentares.


A comunidade torna-se então testemunho.


Nossas casas também evangelizam


Existe aqui uma ligação direta com o artigo XI sobre Nova Evangelização.


Se desejamos convidar outras pessoas à conversão ecológica, nossas próprias casas precisam mostrar sinais dessa conversão.


O edifício.


A energia.


A água.


Os resíduos.


A alimentação.


As compras.


O jardim.


Tudo pode tornar-se parte do testemunho.


Água


O documento destaca particularmente a preservação dos recursos hídricos.


Sem água não existe vida.


Nem produção de alimentos.


Nem dignidade humana.


Cuidar da água torna-se uma expressão concreta do cuidado pela Casa Comum.


Jardins Laudato si’


Outra proposta é a criação de Jardins Laudato si’.


Podem ser jardins de flores.


Hortas.


Espaços de biodiversidade.


Lugares de contemplação.


A ideia possui uma beleza especial para a tradição servita.


O jardim pode unir:


trabalho;


silêncio;


comunidade;


alimentação;


beleza;


oração.


Menos plástico


O estudo oferece ainda um exemplo muito concreto de penitência cristã aplicada à ecologia.


Um grupo de estudantes decidiu viver o jejum quaresmal evitando plásticos.


Essa experiência sugere uma possibilidade interessante.


Nossas práticas penitenciais tradicionais podem ganhar também uma dimensão ecológica.


Renunciar pode significar reduzir aquilo que destrói.


Pobreza e conversão ecológica


Aqui encontramos uma ligação muito forte com o carisma religioso.


A pobreza evangélica não deveria significar apenas uma determinada relação jurídica com os bens.


Pode tornar-se escola de:


sobriedade;


simplicidade;


partilha;


redução do consumo;


liberdade diante das coisas.


Uma vida religiosa incapaz de questionar o consumismo perderia uma oportunidade importante de testemunho.


Ecologia e penitência


A penitência também pode ser relida.


Diminuir desperdícios.


Evitar consumo desnecessário.


Reutilizar.


Reparar.


Compartilhar.


Escolher produtos menos prejudiciais.


Tudo isso pode tornar-se exercício espiritual quando realizado por amor a Deus, aos pobres e à criação.


Colaboração ecumênica e inter-religiosa


A crise ecológica ultrapassa fronteiras confessionais.


Por isso, o estudo recomenda colaboração com outras Igrejas e religiões.


O cuidado da Casa Comum pode tornar-se lugar de encontro.


O autor recorda inclusive Santo Antônio Maria Pucci como inspiração para uma abertura que ultrapassa fronteiras confessionais.


Uma espiritualidade ecológica servita


Chegamos então à pergunta inicial.


Existe algo especificamente servita nessa conversão?


Sim.


Nossa tradição oferece vários caminhos.


Monte Senário recorda criação e contemplação.


A fraternidade ensina interdependência.


A pobreza ensina sobriedade.


O serviço impede uma espiritualidade fechada em si mesma.


A compaixão aproxima-nos dos pobres que sofrem primeiro os efeitos da crise ambiental.


Maria ensina acolhida e cuidado da vida.


E nossas Constituições oferecem uma linguagem extraordinariamente atual.


O artigo 299


Talvez nenhuma formulação resuma melhor esse caminho:


“Teremos para com as criaturas somente relações de paz, misericórdia, justiça e amor construtivo.”


Paz.


Misericórdia.


Justiça.


Amor construtivo.


Essas quatro palavras poderiam constituir quase um programa servita de ecologia integral.


Paz


Não tratar a criação com violência.


Misericórdia


Reconhecer sua vulnerabilidade.


Justiça


Assumir responsabilidade pelas consequências de nossas escolhas.


Amor construtivo


Não apenas evitar destruir.


Cuidar, reparar e fazer crescer.


Da fraternidade à criação


No artigo XII desta série refletimos sobre estender a fraternidade.


Agora percebemos que esse movimento pode alcançar ainda mais longe.


Não somos seres isolados.


Pertencemos a uma comunidade humana.


E a comunidade humana pertence à comunidade da criação.


A fraternidade servita pode educar-nos para essa consciência.


O grito da terra e o grito dos pobres


Para um Servo de Maria existe ainda uma imagem particularmente poderosa.


Nossa espiritualidade ensina-nos a permanecer com Maria junto às cruzes.


Hoje algumas dessas cruzes possuem também uma dimensão ecológica.


Povos expulsos de suas terras.


Comunidades atingidas por enchentes e secas.


Fome provocada pela degradação ambiental.


Povos indígenas ameaçados.


Florestas destruídas.


Água contaminada.


Espécies desaparecendo.


Ouvir o grito da terra é também aproximar-se de muitas cruzes humanas.


Contemplar, converter-se, agir


Podemos resumir o caminho proposto pelo estudo em três movimentos:


Contemplar.


Reconhecer a criação como dom e lugar da presença do Criador.


Converter-se.


Rever mentalidades, hábitos, consumo e estilos de vida.


Agir.


Transformar a conversão em escolhas concretas pessoais, comunitárias e pastorais.


Sem contemplação, a ecologia pode perder sua profundidade espiritual.


Sem conversão, permanece discurso.


Sem ação, permanece intenção.


Uma casa verdadeiramente comum


Os Servos de Maria nasceram como fraternidade.


Aprenderam a viver juntos.


A partilhar.


A servir.


A procurar Deus na oração e na realidade.


A ecologia integral amplia nosso horizonte e pergunta:


podemos aprender também a habitar fraternalmente a Terra?


Não como donos absolutos.


Não como consumidores insaciáveis.


Mas como criaturas responsáveis dentro da criação de Deus.


“O que devemos fazer?”


O estudo termina justamente com essa pergunta.


E sua resposta não é única.


Nenhum de nós pode fazer tudo.


Mas cada um pode fazer alguma coisa.


Cada comunidade pode rever alguma prática.


Cada Província pode assumir algum compromisso.


Cada ministério pode formar alguma consciência.


Cada Servo pode converter alguma escolha.


Porque oportunidade significa também responsabilidade.


E porque, no fim, a questão ecológica toca o próprio significado do amor.


Se dizemos amar o Criador, não podemos permanecer indiferentes àquilo que Ele criou.


Se dizemos amar nossos irmãos e irmãs, não podemos ignorar as condições do planeta que partilhamos.


E se desejamos ser verdadeiramente Servos, também a criação precisa encontrar em nós não dominadores, mas cuidadores.


Servos que cultivam.


Servos que guardam.


Servos que contemplam.


Servos que protegem.


Servos que, com todas as criaturas, aprendem novamente a louvar o Deus da Vida.


---


Fonte principal: Laudato si’ e as Constituições e o carisma dos Frades Servos de Maria, estudo servita sobre ecologia integral e responsabilidade pela criação.


Autores servitas particularmente considerados no estudo: Frei John T. Pawlikowski, OSM, da Província dos Estados Unidos, e Frei Martin M. Lintner, OSM, da Província do Tirol.


Fontes principais: Constituições OSM, especialmente nn. 115, 116 e 299; Laudato si’; Fratelli tutti; Querida Amazonia; Compêndio da Doutrina Social da Igreja; documentos de São João Paulo II e Bento XVI; estudos bíblicos e éticos sobre responsabilidade ecológica e ética animal.


Segundo Ciclo — O Servo de Maria no mundo

XIII — Laudato si’ e o carisma dos Servos de Maria

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