16/09/2026

Louvores a Santa Juliana V — Morte e Glorificação de Santa Juliana

 


Canto de entrada


À escolha.


Introdução


D. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.


T. Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.


D. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


T. Amém!


D. A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam sempre convosco.


T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


D. Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos.


T. Porque nos destes em Santa Juliana um exemplo de oração e de amor à Eucaristia e à Virgem Maria.


D. Irmãos e irmãs, estamos reunidos diante da imagem de Santa Juliana para celebrar sua memória, enaltecer suas virtudes e recordar seu grande exemplo de conversão, de amor a Deus e ao próximo e de devoção à Virgem Maria e à Santa Eucaristia.


Para que Deus ouça nossas preces, peçamos perdão de nossos pecados:


D. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós!


D. Cristo, tende piedade de nós.

T. Cristo, tende piedade de nós!


D. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós!


D. Deus todo-poderoso e rico em misericórdia tenha compaixão de nós, perdoe nossos pecados e nos conduza à vida eterna.


T. Amém.


Oração


Todos juntos:


Senhor Deus, nosso Pai,

vossa serva Juliana morreu em vossos braços

após receber milagrosamente a Santa Eucaristia.


Fazei, Senhor, que, à sua imitação,

busquemos na Eucaristia

a força necessária para enfrentar nossas adversidades

e que jamais esmoreçamos na prática

da fé, da esperança e da caridade.


Por Cristo nosso Senhor.


T. Amém.


História


Impressionante é o relato escrito em 1494 pelo historiador Frei Paulo Attavanti sobre a morte de Santa Juliana.


Escreve ele:


«“Sua santidade manifestou-se em muitos sinais e milagres, mas especialmente no momento da morte, quando, extenuada pelas penitências, vigílias, jejuns e cilícios de ferro que lhe penetravam a carne, seu estômago não conseguia reter o que comia. E, apesar disso, ela desejava ardentemente receber o Corpo de Cristo, que não lhe era dado por medo de vômito.”»


Juliana pediu insistentemente, em doloroso pranto, que pelo menos seu peito fosse purificado e coberto com uma toalha branca e que a Eucaristia fosse colocada sobre seu coração, que ardia como uma fornalha, onde sentia a violência do amor que queria irromper.


Nisso ela foi atendida com grande alegria.


Frei Paulo Attavanti prossegue relatando o prodígio: Juliana tornou-se mais formosa, como um anjo, e foi tomada por intensa doçura. Morreu suavemente, e a Hóstia não foi mais encontrada.


O próprio autor contempla o mistério e se pergunta se Jesus teria atraído e transformado, pela força do amor, a alma de Juliana e, voltando aos céus, levado consigo sua esposa para celebrar as núpcias eternas. E conclui humildemente: “Eu não sei. Deus o sabe.”


A vida penitente e contemplativa de Juliana culmina, assim, em sua conformação a Cristo, que, sob as espécies eucarísticas, a compenetra totalmente de si mesmo.


Nessa transfiguração resplandece a luz pura da virgindade cristã.


Seu corpo repousa na Basílica dos Servos de Maria da Santíssima Anunciada, em Florença.


Santa Juliana foi declarada santa pelo Papa Clemente XII, em 1737.


Palavra de Deus


Canto de aclamação


À escolha.


Evangelho de Jesus Cristo segundo João — Jo 15,1ss


Jesus nos apresenta a imagem da videira e dos ramos:


“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.”


Todo ramo que produz fruto é podado pelo Pai para que produza ainda mais.


Por isso, Jesus pede:


“Permanecei em mim e eu permanecerei em vós.”


Assim como o ramo não pode produzir fruto separado da videira, também o discípulo nada pode fazer separado de Cristo.


“Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.”


Jesus convida ainda seus discípulos a permanecerem no seu amor, guardando seus mandamentos.


E revela qual é o mandamento fundamental:


“Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo.”


Não existe amor maior do que dar a vida pelos amigos.


Cristo chama seus discípulos de amigos e recorda que foi Ele quem os escolheu e os constituiu para que produzam fruto e para que esse fruto permaneça.


Palavra da Salvação.


T. Glória a vós, Senhor.


Reflexão


Essas palavras de Jesus se aplicam muito bem a Santa Juliana.


Depois da conversão, ela escolheu o seguimento de Cristo como objetivo de sua vida.


Assim como Ele não veio para ser servido, mas para servir, Juliana fez de sua existência um serviço de amor às suas companheiras e aos pobres.


Sua vida na família, sua presença constante na igreja dos Servos de Maria, participando das celebrações litúrgicas, suas obras de misericórdia, sua convivência fraterna com as companheiras e sua vida centrada no amor, na oração, na penitência e na devoção à Virgem Maria são sinais de que, unida à videira que é Cristo, ela foi um ramo que produziu frutos.


Era justo, pois, que, no fim da vida, não podendo comungar devido à gravidade de sua doença, ela pudesse de alguma maneira alimentar-se com o Corpo e Sangue do Cordeiro.


E assim se fez.


Toda a vida de Juliana pode ser compreendida à luz da palavra de Jesus:


“Permanecei em mim.”


Ela permaneceu em Cristo na oração.


Permaneceu em Cristo na penitência.


Permaneceu em Cristo no serviço aos pobres.


Permaneceu em Cristo na fraternidade.


Permaneceu em Cristo através de sua profunda devoção à Virgem Maria.


E permaneceu especialmente unida a Ele na Eucaristia.


No momento de sua morte, aquilo que Juliana havia buscado durante toda a vida alcança sua expressão mais profunda: unir-se inteiramente a Cristo.


Hino


Mãe de muitos te tornaste,

imitando a Mãe de Deus;

és a luz dos que te seguem,

força e exemplo para os teus.


Ao morrer, já não podias

receber a comunhão;

mas Jesus, posto em teu peito,

penetra teu coração.


Quão imenso o teu afeto

pela Mãe do teu Senhor;

dá que a ela nós sirvamos,

só busquemos seu louvor.


Glória ao Pai, ao Deus supremo,

que é de tudo o Criador;

glória ao Filho, a Ele igual,

ao Espírito de amor. Amém!


Súplicas litânicas


Em voz alta ou no silêncio do coração, cada um faça seu pedido de graça a Deus por intercessão de Santa Juliana; ou recomende à santa algum parente ou amigo necessitado.


D. E agora, irmãos e irmãs, elevemos confiantes nossas súplicas a Deus Pai pela intercessão de Santa Juliana.


Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós!


Cristo, tende piedade de nós.

T. Cristo, tende piedade de nós!


Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós!


Cristo, ouvi-nos.

T. Cristo, ouvi-nos!


Cristo, atendei-nos.

T. Cristo, atendei-nos!


Deus, Pai do Céu,

T. Tende piedade de nós!


Deus Filho, Redentor do mundo,

T. Tende piedade de nós!


Espírito Santo Paráclito,

T. Tende piedade de nós!


Santíssima Trindade, que sois um só Deus,

T. Tende piedade de nós!


Pela comunidade


Rezemos para que nossa comunidade, a exemplo de Santa Juliana, tenha grande amor à Eucaristia, a fim de que, alimentados com o Corpo e Sangue de Jesus, permaneçamos firmes na fé, fortes na esperança e perseverantes na caridade.


Santa Juliana, assídua na oração, rogai por nós!

Santa Juliana, discípula de Cristo, rogai por nós!

Santa Juliana, amiga dos Servos de Maria, rogai por nós!


Pelas famílias


Rezemos por nossas famílias, principalmente pelas que se encontram em dificuldades, para que, pela intercessão de Santa Juliana, possam superar seus problemas e viver concordes e unânimes.


Santa Juliana, mãe e mestra espiritual, rogai por nós!

Santa Juliana, exemplo de misericórdia, rogai por nós!

Santa Juliana, servidora dos pobres, rogai por nós!


Pelos leigos


Rezemos pelos leigos engajados nas atividades pastorais e sociais de nossa comunidade para que, animados pela intercessão de Santa Juliana, cumpram com zelo e fidelidade suas tarefas.


Santa Juliana, amante da Eucaristia, rogai por nós!

Santa Juliana, devota da Virgem Maria, rogai por nós!

Santa Juliana, penitente e contemplativa, rogai por nós!


Pelas vocações


Rezemos pelas vocações, para que Deus, pela intercessão de Santa Juliana, desperte no coração dos jovens a vocação para servir o povo de Deus como Servos de Maria.


Santa Juliana, orientadora espiritual das coirmãs, rogai por nós!

Santa Juliana, serva fiel da Virgem Maria, rogai por nós!

Santa Juliana, seguidora de Cristo, rogai por nós!


Pelos falecidos


Rezemos pelos nossos falecidos para que Deus, em sua infinita misericórdia, perdoe seus pecados e, pela intercessão de Santa Juliana, lhes conceda a vida eterna.


Santa Juliana, firme na fé, rogai por nós!

Santa Juliana, forte na esperança, rogai por nós!

Santa Juliana, perseverante na caridade, rogai por nós!


Podem-se acrescentar outras súplicas espontâneas.


C. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo.

T. Perdoai-nos, Senhor.


C. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo.

T. Ouvi-nos, Senhor.


C. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo.

T. Tende piedade de nós.


Pai-Nosso — Ave-Maria — Glória ao Pai


Oração


Todos juntos:


Senhor Deus, nosso Pai,

vosso Filho nos ensinou que, para produzir fruto,

devemos permanecer nele,

como ramos unidos à videira.


Exemplo disso foi Santa Juliana,

que, mesmo impedida de ingerir qualquer alimento

devido à gravidade de sua doença,

pediu e obteve de vós a graça

de alimentar-se milagrosamente da Eucaristia.


Fazei que, seguindo seu exemplo,

jamais nos separemos do amor de Cristo.


Ele que convosco vive e reina

na unidade do Espírito Santo.


Amém.


Beijo da relíquia e bênção final


D. O Senhor esteja convosco.


T. Ele está no meio de nós.


D. Beijando esta sagrada relíquia, pela intercessão de Santa Juliana, Deus te conceda copiosas graças, te livre de todos os males e te abençoe em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


T. Amém.


Canto final


Eu te adoro, Hóstia divina,

eu te adoro, Hóstia de amor!

És dos fortes a doçura,

és dos fracos o vigor.


Refrão:

Eu te adoro, Hóstia divina,

eu te adoro, Hóstia de amor!


Eu te adoro, Hóstia divina,

eu te adoro, Hóstia de amor!

És na vida nossa força,

és na morte o defensor.


Eu te adoro, Hóstia divina,

eu te adoro, Hóstia de amor!

És na terra nosso amigo,

és do céu feliz penhor.


---


Fonte: Louvores a Santa Juliana. Comunidade Santa Juliana — Paróquia Maria Mãe da Igreja, Bairro Alto, Curitiba – PR. Apresentação de Frei José M. Milanez, OSM. Curitiba, 23 de agosto de 2019.

Louvores a Santa Juliana IV — Juliana e a Eucaristia

 


Canto de entrada


À escolha.


Introdução


D. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.


T. Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.


D. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


T. Amém!


D. A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam sempre convosco.


T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


D. Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos.


T. Porque nos destes em Santa Juliana um exemplo de oração e de amor à Eucaristia e à Virgem Maria.


D. Irmãos e irmãs, estamos reunidos diante da imagem de Santa Juliana para celebrar sua memória, enaltecer suas virtudes e recordar seu grande exemplo de conversão, de amor a Deus e ao próximo e de devoção à Virgem Maria e à Santa Eucaristia.


Para que Deus ouça nossas preces, peçamos perdão de nossos pecados:


D. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós!


D. Cristo, tende piedade de nós.

T. Cristo, tende piedade de nós!


D. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós!


D. Deus todo-poderoso e rico em misericórdia tenha compaixão de nós, perdoe nossos pecados e nos conduza à vida eterna.


T. Amém.


Oração


Todos juntos:


Senhor Deus, nosso Pai,

vossa serva Santa Juliana

tanto amava a Eucaristia que,

no leito de morte, sem nada poder engolir,

extenuada pela doença e pela vida penitente,

pediu que a santa Hóstia lhe fosse colocada sobre o peito.


Feito isso, expirou cheia de alegria.


Por sua intercessão vos pedimos:

dai-nos amar o sacramento do vosso Corpo e Sangue

e fazer dele o alimento da nossa vida espiritual.


Por Cristo nosso Senhor. Amém.


História


A santidade de Juliana manifestou-se em muitos prodígios operados em vida e, sobretudo, na hora da morte, quando, extenuada pelos jejuns, cilícios, vigílias de oração e outras penitências corporais, não podia ingerir qualquer tipo de alimento.


Ela, porém, ardentemente desejava receber o Corpo de Cristo. Por isso, pediu com insistência que a Hóstia consagrada lhe fosse colocada sobre o peito.


Na Idade Média, essa prática de piedade era muito comum para conforto dos enfermos que desejavam receber a comunhão, mas não podiam fazê-lo pela gravidade da doença.


O sacerdote acompanhava esse rito com uma oração: pedia-se a Deus, que havia infundido a alma no corpo, que santificasse a alma do doente mediante o Corpo do seu Filho.


Isso feito, Juliana expirou, cheia de alegria por ter sido atendida.


Diz a tradição que a santa Hóstia desapareceu, como se houvesse penetrado misteriosamente em seu peito.


Palavra de Deus


Canto de aclamação


À escolha.


Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas — Lc 22,14-20


Quando chegou a hora, Jesus pôs-se à mesa com seus apóstolos e manifestou-lhes o ardente desejo de celebrar com eles a ceia pascal antes de sua Paixão.


Tomando o pão, deu graças, partiu-o e o entregou aos discípulos, dizendo:


“Isto é o meu corpo, que é dado por vós. Fazei isto em memória de mim.”


Depois da ceia, fez o mesmo com o cálice, apresentando-o como a nova aliança em seu sangue, derramado pelos discípulos.


Palavra da Salvação.


T. Glória a vós, Senhor.


Reflexão


Na última ceia, Jesus declara que o pão que reparte aos apóstolos é o seu corpo, que será entregue por eles, e o vinho é o sangue que será derramado na cruz. E pede que isso se faça em sua memória.


Os apóstolos talvez não tenham compreendido, naquele momento, todo o alcance das palavras de Jesus. Viriam a compreendê-lo depois de Pentecostes, iluminados pelo Espírito Santo.


Jesus, terminada sua missão neste mundo, quis continuar presente no meio de nós com seu Corpo e Sangue na Eucaristia.


Ele mesmo se apresenta como o Pão vivo descido do céu e ensina que aquele que dele se alimenta possui a vida.


Podem parecer duras as palavras de Jesus: “comer a carne” e “beber o sangue”. Mas, se considerarmos que “carne” e “sangue” significam a vida da pessoa, compreendemos que alimentar-se de Cristo significa acolher e assimilar sua própria vida, isto é, tudo aquilo que Ele fez e ensinou.


É nesse sentido que Ele é verdadeiramente o Pão do Céu.


Na Eucaristia, o único sacrifício de Cristo na cruz torna-se sacramentalmente presente em cada Missa. A Eucaristia é memorial da Morte e Ressurreição do Senhor, sinal de unidade, vínculo da caridade, banquete pascal e penhor da vida eterna.


Era isso que Juliana e suas companheiras buscavam diariamente na igreja dos Servos: alimentar-se com a Palavra viva de Deus e com o Pão Eucarístico, que lhes dava forças para viver santamente.


Assim compreendemos o pedido de Juliana na hora da morte.


Não podendo receber sacramentalmente a Hóstia Santa, pediu que ao menos fosse colocada sobre seu peito.


Feito isso, expirou.


Seu último gesto manifesta aquilo que havia orientado toda a sua existência: o desejo de permanecer unida a Cristo.


Hino


Mãe de muitos te tornaste,

imitando a Mãe de Deus;

és a luz dos que te seguem,

força e exemplo para os teus.


Ao morrer, já não podias

receber a comunhão;

mas Jesus, posto em teu peito,

penetra teu coração.


Quão imenso o teu afeto

pela Mãe do teu Senhor;

dá que a ela nós sirvamos,

só busquemos seu louvor.


Glória ao Pai, ao Deus supremo,

que é de tudo o Criador;

glória ao Filho, a Ele igual,

ao Espírito de amor. Amém!


Súplicas litânicas


Em voz alta ou no silêncio do coração, cada um faça seu pedido de graça a Deus por intercessão de Santa Juliana; ou recomende à santa algum parente ou amigo necessitado.


D. E agora, irmãos e irmãs, elevemos confiantes nossas súplicas a Deus Pai pela intercessão de Santa Juliana.


Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós!


Cristo, tende piedade de nós.

T. Cristo, tende piedade de nós!


Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós!


Cristo, ouvi-nos.

T. Cristo, ouvi-nos!


Cristo, atendei-nos.

T. Cristo, atendei-nos!


Deus, Pai do Céu,

T. Tende piedade de nós!


Deus Filho, Redentor do mundo,

T. Tende piedade de nós!


Espírito Santo Paráclito,

T. Tende piedade de nós!


Santíssima Trindade, que sois um só Deus,

T. Tende piedade de nós!


Pela Igreja


Rezemos pelos que trazem o nome de cristãos para que, a exemplo dos Sete Santos Fundadores e de Santa Juliana, sejam “sal da terra” e “luz do mundo” e glorifiquem o Pai que está nos céus.


Santa Juliana, assídua na oração, rogai por nós!

Santa Juliana, discípula de Cristo, rogai por nós!

Santa Juliana, amiga dos Servos de Maria, rogai por nós!


Pelas famílias


Rezemos por nossas famílias, principalmente pelas que se encontram em dificuldades, para que, pela intercessão de Santa Juliana, possam superar seus problemas e viver concordes e unânimes.


Santa Juliana, mãe e mestra espiritual, rogai por nós!

Santa Juliana, exemplo de misericórdia, rogai por nós!

Santa Juliana, servidora dos pobres, rogai por nós!


Pelos leigos


Rezemos pelos leigos engajados nas atividades pastorais e sociais de nossas comunidades, para que, animados pela intercessão de Santa Juliana, cumpram com zelo e fidelidade suas tarefas.


Santa Juliana, amante da Eucaristia, rogai por nós!

Santa Juliana, devota da Virgem Maria, rogai por nós!

Santa Juliana, penitente e contemplativa, rogai por nós!


Pelos ministros ordenados


Rezemos pelos nossos padres, para que, pela intercessão de Santa Juliana, sejam fiéis à sua vocação de pregar a Palavra de Deus, animar a comunidade cristã e presidir com amor a celebração dos sacramentos.


Santa Juliana, companheira dos nossos Fundadores, rogai por nós!

Santa Juliana, presença assídua na igreja dos Servos, rogai por nós!

Santa Juliana, exemplo de oração e de caridade, rogai por nós!


Pelas vocações


Rezemos pelas vocações, para que Deus, pela intercessão de Santa Juliana, desperte no coração dos jovens a vocação para servir o povo de Deus como Servos de Maria.


Santa Juliana, orientadora espiritual das coirmãs, rogai por nós!

Santa Juliana, serva fiel da Virgem Maria, rogai por nós!

Santa Juliana, seguidora de Cristo, rogai por nós!


Pelos falecidos


Rezemos pelos nossos falecidos, para que Deus, em sua infinita misericórdia, perdoe seus pecados e, pela intercessão de Santa Juliana, lhes conceda a vida eterna.


Santa Juliana, firme na fé, rogai por nós!

Santa Juliana, forte na esperança, rogai por nós!

Santa Juliana, perseverante na caridade, rogai por nós!


Podem-se acrescentar outras súplicas espontâneas.


C. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo.

T. Perdoai-nos, Senhor.


C. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo.

T. Ouvi-nos, Senhor.


C. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo.

T. Tende piedade de nós.


Pai-Nosso — Ave-Maria — Glória ao Pai


Oração


Todos juntos:


Senhor Jesus Cristo,

cremos que sois o Pão vivo descido do céu

e estais realmente presente na Eucaristia

com vosso corpo entregue por nós

e com vosso sangue derramado.


Assim como alimentastes milagrosamente

Santa Juliana no momento da morte,

concedei que a nós, vossos filhos e filhas,

nunca nos falte este alimento salutar,

penhor da vida eterna.


Vós que viveis e reinais com o Pai,

na unidade do Espírito Santo. Amém.


Beijo da relíquia e bênção final


D. O Senhor esteja convosco.


T. Ele está no meio de nós.


D. Beijando esta sagrada relíquia, Deus te conceda copiosas graças e, pela intercessão de Santa Juliana, te livre de todos os males e te abençoe em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


T. Amém.


Canto final


Tão sublime sacramento

adoremos neste altar,

pois o Antigo Testamento

deu ao Novo seu lugar.

Venha a fé, por suplemento,

os sentidos completar.


Ao eterno Pai cantemos

e a Jesus, o Salvador;

ao Espírito exaltemos,

na Trindade eterno amor.

Ao Deus uno e trino demos

a alegria do louvor.


Amém! Amém!


---


Fonte: Louvores a Santa Juliana. Comunidade Santa Juliana — Paróquia Maria Mãe da Igreja, Bairro Alto, Curitiba – PR. Apresentação de Frei José M. Milanez, OSM. Curitiba, 23 de agosto de 2019.

Louvores a Santa Juliana III — Juliana, Mãe e Mestra


Canto de entrada


À escolha.


Saudação


D. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.


T. Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.


D. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


T. Amém!


D. A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam sempre convosco.


T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


D. Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos.


T. Porque nos destes em Santa Juliana um exemplo de oração e de amor à Eucaristia e à Virgem Maria.


Ato penitencial


D. Irmãos e irmãs, reunidos para celebrar a memória de Santa Juliana, reconheçamos nossas faltas e peçamos ao Senhor um coração vigilante, capaz de acolher sua Palavra e perseverar no amor.


Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.


Oração


Senhor Deus, nosso Pai,

inspiradas em Santa Juliana,

ao longo da história formaram-se na Igreja

famílias de virgens a vós consagradas,

chamadas Servas de Santa Maria.


Fazei que essas famílias religiosas,

fiéis ao seu carisma original,

orientem sua vida para vós, Pai de todos;

para Cristo, “mestre” por excelência;

para seu Evangelho e a vida dos Apóstolos;

para os divinos mistérios e a oração como meios de santificação;

e para o serviço aberto à comunhão universal.


Por Cristo nosso Senhor. Amém.


Juliana, Mãe e Mestra


São poucas as notícias históricas que chegaram até nós sobre Santa Juliana.


Grande parte delas encontra-se principalmente em dois escritos de Frei Paulo Attavanti, da segunda metade do século XV: o Diálogo sobre a origem da Ordem dos Servos de Maria e a Paulina Praedicabilis, coletânea incompleta de pregações quaresmais.


Esses testemunhos conservam a tradição que se formou em torno da figura de Juliana e de sua presença entre as primeiras mulheres ligadas à Ordem dos Servos de Maria.


Juliana não fundou, no sentido jurídico que hoje damos ao termo, uma congregação religiosa. Entretanto, sua vida e seu exemplo exerceram profunda influência sobre numerosas mulheres que desejaram viver a espiritualidade dos Servos.


Por isso, ao longo dos séculos, leigas, irmãs e monjas pertencentes à Família Servita passaram a reconhecer em Santa Juliana uma mãe e mestra de vida espiritual.


Frei Paulo Attavanti chega a apresentá-la como “magnum caput”, isto é, uma grande referência e inspiradora das comunidades femininas relacionadas à Ordem.


Sua maternidade espiritual nasceu sobretudo do testemunho.


Juliana ensinou vivendo.


Ensinou pela oração.


Ensinou pela penitência.


Ensinou pela caridade.


Ensinou pelo serviço aos irmãos.


Ensinou pelo amor à Virgem Maria.


E ensinou, de modo especial, pelo seu profundo amor à Santíssima Eucaristia.


Palavra de Deus


Evangelho segundo São Mateus — Mt 25,1-13


Jesus compara o Reino dos Céus a dez virgens que tomaram suas lâmpadas e saíram ao encontro do esposo.


Cinco eram previdentes e levaram consigo o óleo necessário para manter acesas suas lâmpadas. As outras não se prepararam adequadamente.


Quando chegou o esposo, entraram com ele para a festa aquelas que estavam preparadas.


Jesus conclui:


«“Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia nem a hora.”»


Palavra da Salvação.


Reflexão


A parábola das dez virgens nos coloca diante de uma pergunta fundamental: como estamos esperando o Senhor?


Todas possuíam lâmpadas. Todas aguardavam o esposo. Todas chegaram a adormecer. Mas somente algumas haviam levado consigo o óleo necessário.


A lâmpada precisa permanecer acesa.


Também a fé recebida no Batismo precisa ser alimentada durante toda a vida.


O “óleo” que mantém acesa nossa lâmpada é formado pela fidelidade cotidiana: a oração, a escuta da Palavra, a participação nos divinos mistérios, a caridade, as obras de misericórdia e a perseverança no seguimento de Cristo.


Santa Juliana foi uma dessas mulheres que souberam conservar acesa a lâmpada.


Sua vida foi uma longa espera pelo Esposo.


Não uma espera passiva, mas vigilante e operosa.


Na oração, procurava o Senhor.


Na Eucaristia, encontrava o Senhor.


Na penitência, preparava o coração para o Senhor.


Nos pobres e necessitados, servia ao Senhor.


Na Virgem Maria, encontrava o modelo perfeito daquela que soube esperar, acolher e seguir o Filho.


Por isso Juliana tornou-se mãe e mestra.


A verdadeira maternidade espiritual não nasce simplesmente de palavras ou ensinamentos. Nasce de uma vida capaz de gerar nos outros o desejo de seguir Cristo.


Juliana reuniu mulheres não ao redor de si mesma, mas ao redor do Evangelho.


Indicou-lhes Cristo.


Ensinou-lhes a servir.


Conduziu-as à oração.


E mostrou-lhes Maria como modelo de fidelidade.


Assim, mesmo séculos depois de sua morte, sua lâmpada continua acesa na Igreja e particularmente na grande Família dos Servos e Servas de Maria.


Também nós somos chamados a conservar nossas lâmpadas acesas.


Que não nos falte o óleo da fé.


Que não nos falte o óleo da esperança.


Que não nos falte o óleo da caridade.


E que, quando o Senhor vier, nos encontre vigilantes, servindo, amando e esperando.


Súplicas


Confiantes na intercessão daquela que a Família Servita reconhece como mãe e mestra, invoquemos:


R. Santa Juliana, rogai por nós!


Santa Juliana, virgem prudente,

rogai por nós!


Santa Juliana, mulher vigilante na espera do Senhor,

rogai por nós!


Santa Juliana, mãe e mestra espiritual,

rogai por nós!


Santa Juliana, orientadora de suas companheiras,

rogai por nós!


Santa Juliana, modelo das comunidades femininas dos Servos de Maria,

rogai por nós!


Santa Juliana, mulher de oração,

rogai por nós!


Santa Juliana, perseverante na penitência,

rogai por nós!


Santa Juliana, servidora dos irmãos,

rogai por nós!


Santa Juliana, amiga dos pobres,

rogai por nós!


Santa Juliana, amante da Santíssima Eucaristia,

rogai por nós!


Santa Juliana, filha e serva de Santa Maria,

rogai por nós!


Santa Juliana, fiel discípula de Cristo,

rogai por nós!


Santa Juliana, lâmpada acesa na Família Servita,

rogai por nós!


Santa Juliana, exemplo de fidelidade e perseverança,

rogai por nós!


Santa Juliana, nossa irmã e intercessora,

rogai por nós!


Oração conclusiva


Senhor Deus, nosso Pai,

que destes à vossa Igreja Santa Juliana

como exemplo de vida consagrada,

de oração, de penitência e de caridade,

concedei-nos, por sua intercessão,

manter acesa a lâmpada da fé

e abundante o óleo das boas obras.


Fazei que, seguindo a Cristo,

servindo aos irmãos

e contemplando o exemplo da Virgem Maria,

permaneçamos vigilantes

até o encontro definitivo convosco.


Por Cristo nosso Senhor. Amém.


Veneração da relíquia


Durante a veneração da relíquia de Santa Juliana, pode-se dizer:


Beijando esta sagrada relíquia, pela intercessão de Santa Juliana, Deus te conceda copiosas graças, te livre de todos os males e te abençoe em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


Amém.


---


Fonte: Louvores a Santa Juliana. Comunidade Santa Juliana — Paróquia Maria Mãe da Igreja, Bairro Alto, Curitiba – PR. Apresentação de Frei José M. Milanez, OSM. Curitiba, 23 de agosto de 2019.

Louvores a Santa Juliana II — Juliana, discípula dos Sete Santos Fundadores

 


Canto de entrada


À escolha.


Saudação


D. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.


T. Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.


D. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


T. Amém!


D. A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam sempre convosco.


T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


D. Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos.


T. Porque nos destes em Santa Juliana um exemplo de oração e de amor à Eucaristia e à Virgem Maria.


Ato penitencial


D. Irmãos e irmãs, estamos reunidos para celebrar a memória de Santa Juliana, recordar suas virtudes e contemplar seu caminho de santidade, profundamente marcado pelo exemplo dos primeiros Servos de Maria.


Reconhecendo nossas fraquezas, peçamos ao Senhor que purifique nosso coração e nos conceda a graça de segui-lo com fidelidade.


Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.


Oração


Senhor Deus, nosso Pai,

fonte de todo bem e de toda graça,

eis diante de vós vossos filhos e filhas

que vêm prestar homenagem à vossa serva Santa Juliana.


Por sua intercessão vos pedimos:

afastai de nós o egoísmo,

o espírito mundano e as tentações do demônio,

a fim de que, livres de todo mal,

possamos servir a vós e aos irmãos com pureza de coração,

sendo sal da terra e luz do mundo.


Por Cristo nosso Senhor. Amém.


Juliana, discípula dos Sete Santos Fundadores


Para compreendermos a espiritualidade de Santa Juliana, devemos voltar nosso olhar para os Sete Santos Fundadores da Ordem dos Servos de Maria.


Eles eram homens de Florença que, unidos pela amizade e pela devoção à Virgem Maria, decidiram deixar sua condição anterior para abraçar uma vida de penitência, oração, fraternidade e serviço.


Participavam da Associação-Mor de Santa Maria e, movidos pelo desejo de seguir mais radicalmente o Evangelho, abandonaram seus bens e passaram a viver juntos.


Primeiramente permaneceram nas proximidades de Florença. Mais tarde retiraram-se para o Monte Senário, onde puderam dedicar-se mais intensamente à oração, à penitência e à vida fraterna.


Entretanto, o testemunho daqueles homens começou a atrair outras pessoas.


Em torno das igrejas dos Servos de Maria surgiram grupos de leigos e leigas que desejavam compartilhar, segundo sua própria condição de vida, o mesmo espírito de oração, fraternidade, penitência, serviço e devoção à Virgem Maria.


É nesse ambiente espiritual que encontramos Santa Juliana.


Juliana e as mulheres que a acompanhavam encontraram nos primeiros Servos de Maria um caminho para viver o Evangelho.


Ela não se limitou a admirar os Fundadores. Procurou assimilar seu espírito e transformá-lo em vida.


Palavra de Deus


Evangelho segundo São Mateus — Mt 5,13-16


Jesus diz aos seus discípulos:


«“Vós sois o sal da terra.”»


E acrescenta:


«“Vós sois a luz do mundo.”»


Por isso, a luz do discípulo deve brilhar diante dos homens, para que vejam suas boas obras e glorifiquem o Pai que está nos céus.


Palavra da Salvação.


Reflexão


Os Sete Santos Fundadores procuraram ser, no seu tempo, sal da terra e luz do mundo.


Sua resposta ao Evangelho não aconteceu apenas por meio de palavras. Manifestou-se concretamente na maneira como escolheram viver.


Cultivaram a fraternidade, quando a sociedade em que viviam era profundamente marcada pelas divisões.


Buscaram a unidade e a paz, quando muitos ao seu redor viviam envolvidos em conflitos.


Escolheram a humildade e a austeridade, renunciando a uma vida centrada nos bens materiais.


Valorizaram a oração e a liturgia, colocando Deus no centro de sua existência.


E fizeram do serviço uma característica fundamental de sua vocação.


Juliana contemplou esse testemunho e deixou-se formar por ele.


Também ela compreendeu que a fé precisa tornar-se visível nas obras.


Ser sal significa dar sabor evangélico à vida.


Ser luz significa permitir que a presença de Cristo se manifeste através de nossas escolhas, palavras e atitudes.


Para os primeiros Servos, Maria era a imagem-guia de sua vida.


Contemplavam-na na Anunciação, acolhendo com fé a Palavra de Deus.


Contemplavam-na junto à Cruz, permanecendo fiel ao Filho na hora da dor.


Contemplavam-na no Cenáculo, em comunhão com os discípulos, esperando o dom do Espírito.


Foi nessa escola mariana que Juliana também aprendeu a servir.


Como os Sete Santos Fundadores, somos chamados a fazer de nossa vida um testemunho do Evangelho, para que nossas obras não chamem a atenção para nós mesmos, mas conduzam os irmãos a glorificar o Pai que está nos céus.


Súplicas


Confiantes na intercessão de Santa Juliana e unidos à espiritualidade dos Sete Santos Fundadores, apresentemos nossas súplicas.


R. Santa Juliana, rogai por nós!


Para que aprendamos a buscar a Deus acima de todas as coisas,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que sejamos perseverantes na oração,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que nossas comunidades sejam lugares de verdadeira fraternidade,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que sejamos instrumentos de unidade e de paz,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que aprendamos dos Sete Santos Fundadores a viver com humildade e simplicidade,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que saibamos servir aos pobres e necessitados,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que a Palavra de Deus ilumine nossas escolhas,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que sejamos sal da terra e luz do mundo,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que, a exemplo da Virgem Maria, saibamos acolher e cumprir a vontade de Deus,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que permaneçamos junto à Cruz de Cristo com fé e esperança,

Santa Juliana, rogai por nós!


Para que vivamos em comunhão fraterna e perseveremos unidos na oração,

Santa Juliana, rogai por nós!


Oração conclusiva


Senhor Deus, nosso Pai,

vossa serva Santa Juliana

reuniu um grupo de mulheres de vida santa

que, seguindo as pegadas dos nossos Primeiros Pais,

glorificaram vosso nome com suas boas obras

e foram no seu tempo “sal da terra” e “luz do mundo”.


Humildemente vos pedimos:

por sua intercessão,

fazei que também nossas obras vos glorifiquem

e nos obtenham misericórdia e graça.


Por Cristo nosso Senhor. Amém.


Veneração da relíquia


Ao aproximar-se da relíquia de Santa Juliana, pode-se receber a seguinte bênção:


Beijando esta sagrada relíquia, pela intercessão de Santa Juliana, Deus te conceda copiosas graças, te livre de todos os males e te abençoe em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


Amém.


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Fonte: Louvores a Santa Juliana. Comunidade Santa Juliana — Paróquia Maria Mãe da Igreja, Bairro Alto, Curitiba – PR. Apresentação de Frei José M. Milanez, OSM. Curitiba, 23 de agosto de 2019.

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