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25 de abril de 2009

Hoje Somos Servos anuncia a maior notícia da tua vida:

Deus te ama meu irmão!
Você é obra prima do amor de Deus.
E sendo você obra do amor de Deus, seria talvez incapaz de amar?
Seja reflexo do amor, seja a concretização do amor.
E não esqueça que feliz é aquele que tem sede e fome de paz; feliz é aquele que com humildade se humilha para servir; feliz é aquele para quem o olhar de Deus se volta.
Agora é tempo de se abandonar nos braços do Pai e viver com o Filho ressuscitado a glória do céu.
A paz esteja contigo amado irmão. E Nossa Senhora te cubra com seu manto sagrado.

20 de abril de 2009

ANO CATEQUÉTICO - CATEQUESE, CAMINHO PARA O DISCIPULADO

POR QUE UM ANO CATEQUÉTICO:
A Igreja ao celebrar 50 anos do primeiro Ano Catequético, quer dar continuidade e dinamismo ao movimento catequético e fazer com que todas as Dioceses, Paróquias e comunidades sejam de fato comunidades catequizadoras, cuja centralidade é a formação para o discipulado. Neste sentido, a 44ª Assembléia Geral dos Bispos (2006) aprovou por unanimidade a realização de um Ano Catequético. A iniciativa é resultado da importância e valorização que a Igreja vem dando à CATEQUESE, como ficou expresso no processo de elaboração do Diretório Nacional de Catequese (DNC – 2002 a 2005); e também na V Conferência de Aparecida. Sem o impulso da catequese não há como formar discípulos missionários.
O documento Catequese Renovada publicado em 1983 foi um grande impulso para uma catequese bíblica centrada no princípio fé/vida. Foi muito bem operacionalizado pela linha 3 da CNBB, através de uma coordenação nacional. Nessa onda de renovação surgiram as semanas brasileiras de Catequese, a primeira em 1986, com o tema “Fé e Vida em Comunidade” e a segunda, em 2001, com o tema “Com Adultos, Catequese Adulta”.
O Ano Catequético Nacional em 2009, com a realização da 3ª Semana Brasileira de Catequese de 6 a 11 de outubro em Itaici-SP, cujo tema é “Iniciação à Vida Cristã”, vem consolidar esta caminhada e apontar luzes e pistas para os novos desafios da realidade.

ANO CATEQUÉTICO É PARA TODA A IGREJA:
O Ano Catequético é para toda a Igreja, não quer ser um evento isolado, se insere no processo de recepção do Documento de Aparecida, nas novas Diretrizes da Igreja no Brasil DGAE (2008-2011); no Sínodo sobre a Palavra; no 12° Intereclesial de Cebs e Campanha da Fraternidade. Enfim, quer impulsionar e dinamizar toda a caminhada pastoral da Igreja: Dioceses, Prelazias, Paróquias, comunidades, pastorais e movimentos. Diante disso, os Bispos, os Párocos, primeiros responsáveis pela catequese, juntamente com os agentes de pastorais leigos, de modo especial, os catequistas, são conclamados a dinamizar as atividades propostas para este evento, ao longo do ano e que terá seu ponto alto com a realização da 3ª Semana Brasileira de Catequese.

COMO A IGREJA ESTÁ SE PREPARANDO PARA O ANO CATEQUÉTICO:
O objetivo do ano catequético se expressa da seguinte forma: Dar novo impulso à catequese como serviço eclesial e como caminho para o discipulado. A busca de novo impulso à catequese, levando à consciência de que a catequese é uma dimensão de toda ação evangelizadora. Uma ação eclesial só é evangelizadora se também catequiza. Catequese não é portanto uma ação restrita aos ministros da catequese, mas é de todo cristão. Com isso há necessidade de recuperar a concepção de catequese como processo permanente de educação da fé e não somente preparação aos sacramentos ou destinada somente às crianças.
Catequese como caminho para o discipulado traz presente a necessidade do encontro pessoal com Jesus Cristo e conseqüentemente o seguimento e a missão: todo discípulo é missionário. São as duas faces de uma mesma realidade, conforme afirma o Documento de Aparecida . O discípulo missionário será atuante e desenvolverá a missão nos vários âmbitos da sociedade: família, comunidade, escola, trabalho. Portanto, o discipulado acontece no mundo e está aberto às necessidades e desafios da realidade.
Na continuidade dos objetivos reflete-se a formação permanente dos catequistas. A formação dos seminaristas, com a implementação da disciplina catequética nos cursos de teologia. A dimensão bíblico-litúrgica-vivencial da catequese apresenta o itinerário de inspiração catecumenal, tendo como centralidade a Palavra de Deus, a pessoa de Jesus Cristo e a comunidade. A catequese diferenciada destinada às diversas realidades e situações em que vive a maioria das pessoas, é inclusiva, acolhe as pessoas com deficiência, migrantes, crianças, adolescentes, jovens, adultos. E, finalmente, a instituição do ministério da catequese no sentido de valorizar a catequese e catequistas na missão de formar e educar para a vida cristã.
A CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, convoca a Igreja do Brasil para o Ano Catequético Nacional de 2009 e apresenta como instrumento de trabalho o TEXTO-BASE.
Este subsídio para o grande mutirão catequético está centrado na iniciação à vida cristã, no discipulado missionário, à luz do itinerário dos discípulos de Emaús (Lc 24,13-35). Está organizado em três partes, seguindo o método ver-julgar-agir, resgatado e valorizado no Documento de Aparecida (DAp 19) e presente também no Diretório Nacional de Catequese (DNC 157). A primeira parte, traz presente o ENCONTRO com o ressuscitado: “Aprender, caminhando com o Mestre”; a segunda parte tem como fundamento a PALAVRA DO RESSUSCITADO: “Aprender ouvindo o Mestre”; e a terceira parte enfatiza a MISSÃO: “Aprender, agindo com o Mestre”.
O texto base vem sendo refletido pelos 17 regionais da CNBB de várias formas e conforme as necessidades locais. O importante é o envolvimento de todos os segmentos da Igreja nesta reflexão. Urge ultrapassar os limites da catequese e refletir a formação de uma forma integral e permanente, envolvendo as forças vivas existentes na vida da Igreja e que se expressam de diversas formas. Isso aponta para um novo paradigma da catequese, a renovação da atual estrutura paroquial, a conversão pastoral. São as interpelações que emergem da reflexão do documento de Aparecida e que necessitam ser concretizadas.
Fonte: CNBB

19 de abril de 2009

DOM DA PAZ

O DOM DA PAZ - 2º Domingo da Páscoa-B

Neste segundo domingo da Páscoa a Igreja é convidada a renovar e aprofundar a fé em Jesus ressuscitado. Mais uma vez Ele aparece aos seus discípulos e diz: “A paz esteja convosco” (Jo 20,19.21.26). O relato do evangelho afirma que era o “anoitecer daquele dia, o primeiro da semana” (Jo 20,19). O clima “ainda é o dia da nova Páscoa, e também os discípulos temem ser perseguidos por causa da sua relação com o sentenciado...” (nota da Bíblia do Peregrino). Esta experiência gera nos discípulos medo, dúvida, desânimo, incerteza... falta paz e esperança... De repente Jesus atravessa as barreiras internas e externas do homem. Causa espanto e surpresa. Oferece aos discípulos o Dom da Paz, o Perdão e a vida nova no Espírito.
O autor do Quarto Evangelho diz que os “discípulos se alegraram por verem o Senhor” (Jo 19,20) e relata que Jesus soprou o Espírito de Deus sobre os discípulos e os enviou ao mundo para continuarem a missão. Soprar é um gesto criador; Deus soprou seu Espírito e criou o homem (Gn 2,7). Jesus repete o gesto criador e recria o homem novo e a nova comunidade a partir da ressurreição. Assim sendo, Cristo ressuscitado transmite aos discípulos o poder que Ele mesmo recebeu do Pai, dizendo: “como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20,21). Neste sentido, a comunidade apostólica fica confirmada e enviada ao mundo para anunciar e testemunhar Jesus Cristo ressuscitado e glorificado pelo Pai.
Neste tempo pascal a Igreja destaca a importância da fé na vida pessoal e na vida da comunidade. A fé é a condição indispensável para viver e participar do Espírito da Ressurreição. Sem a dimensão e a profundidade do espírito de fé a comunidade continuará fechada em si mesma, com medo e sem esperança. Assim aparece a pessoa de Tomé. Ele não estava quando Jesus apareceu. Ele não tinha feito ainda a experiência da ressurreição. Ele tinha que “ver para crer” (Jo 19,25). O Apóstolo Tomé pode representar aquela pessoa ou aquela comunidade que está buscando fazer a experiência da ressurreição e que ainda não conseguiu. Muitas vezes somos incrédulos e queremos provas. “Se eu não vir a marca dos
pregos e não puser a mão no seu lado não acreditarei” (Jo 19,25). Ele tem necessidade de algo mais palpável e quer identificar Jesus pelas marcas corporais da crucificação. Crer na ressurreição é um caminho de fé. Tomé sentiu esta necessidade e fez o seu caminho até fazer a sua profissão de fé: “meu Senhor e meu Deus” (Jo 19,28). Não basta sentir a ressurreição... é preciso verdadeiramente fazer a experiência de fé.
A partir desta experiência com o Ressuscitado, a comunidade se renova. É na COMUNIDADE que encontramos as provas que Jesus está vivo. Quem não participa da Comunidade não ouve a saudação de Paz,
não faz a experiência da alegria da Páscoa do Senhor, nem recebe o dom do Espírito Santo. Quem não se encontra com a Comunidade não se encontra com o Cristo Ressuscitado. Por isso, a vida nova à luz da Páscoa e numa dimensão profunda da fé oferece a possibilidade de se viver e de se relacionar fraternalmente com os outros. Uma comunidade formada por pessoas de fé é uma comunidade fraterna, solidária e preocupada com o bem-estar de seus membros, e também um sinal profético da experiência da ressurreição. Foi assim que os discípulos e os primeiros cristãos entenderam a fé em Cristo Ressuscitado (At 2,42-47).
Contudo, Jesus envia os seus discípulos repletos do Espírito de Deus, de paz e de alegria. A fé não tira as adversidades e as provações da vida; em alguns contextos sociais, aliás, torna-as mais desafiadoras. A fé, vivida e experimentada, não permite que o fiel se intimide diante do desafio; quanto maior o desafio, mais cresce a confiança, fruto da fé.
Agora, toda esta experiência acontece no Primeiro Dia da Semana. É uma alusão ao DOMINGO, dia em que a Comunidade é convocada a celebrar a Eucaristia: é no encontro fraterno, com o perdão dos irmãos, com a Palavra proclamada, com o Pão de Jesus partilhado, que se descobre Jesus Ressuscitado. A Eucaristia é o centro da nossa vida cristã. É da Eucaristia que parte todas as nossas ações. Sem Eucaristia o espírito da páscoa fica sem sentido. Por isso que o Domingo é chamado DIA DO SENHOR. É na Eucaristia que ouvimos a Palavra do Senhor e celebramos a Ceia Eucarística. Será que estamos valorizando o DOMINGO como dia do Senhor? Qual o sentido que se está dando ao Domingo? Estamos conscientes de que no Domingo estamos celebrando a Páscoa do Senhor Jesus?
Outro convite é para redescobrir o verdadeiro sentido do Domingo como dia dedicado ao Senhor. “A Igreja celebra a cada oito dias o mistério pascal. Esse dia chama-se dia do Senhor. Nesse dia, pois, os cristãos devem reunir-se para, ouvindo a palavra de Deus e participando da eucaristia, lembrarem-se da paixão, ressurreição e glória do Senhor Jesus. Por isso, o domingo é um dia de festa primordial que deve ser lembrado e inculcado à piedade dos fiéis” (SC 106).
Que a experiência deste segundo domingo da Páscoa nos ilumine a aprofundar a nossa fé em Cristo ressuscitado, recebendo o Dom do Espírito Santo e da Paz; a celebrar o Dia do Senhor com mais dignidade e profundidade e a fazer a nossa profissão de fé dizendo: “Meu Senhor e meu Deus” (Jo 19,28).
(Frei João)

15 de abril de 2009

Quem poderia dizer que daquela cruz pesada brotaria a salvação do mundo?
Quem poderia dizer que daquele corpo chagado e desfigurado pela dor e sofrimento sairiam gotas divinas do sangue glorioso capaz de lavar todo o pecado da humanidade?
Assim são as obras de Deus na vida daqueles, que mesmo sob um olhar incrédulo, protram-se diante da vontade celeste. Deus é capaz de agir diante das situações mais impossíveis, mais dolorosas, Ele é capaz de nos guiar quando parecemos andar errantes e desiludidos pelo caminho, assim como iam os discípulos de Emaús. Pois da dor da cruz nasceu a glória da salvação que vem de Jesus e de sua coragem de dor-se sem medidas para nos dar a alegria da vida eterna, se tornando o pão sagrado que nos alimenta e faz viver.
Os discípulos iam pelo caminho a pensar no motivo pelo qual Jesus os havia decepcionado, eles pensavam no motivo pelo qual seu mestre os havia deixado daquele jeito, no mais completo abandono e a mercê dos soldados romanos e dos doutores da lei. Por tanto tempo haviam seguido seu mestre, por tanto tempo sentiram seus corações se inflamarem pelos sermões do Cristo, por seus milagres e curas, tinham tanta certeza de que o Rei estava entre eles, e num instante estavam alí chorando pela morte na cruz daquele que era sua esperança. Estavam desolados os discípulos, seguiam pelo caminho sem rumo e solitários por ver sua esperança findar. Assim se encontravam por não ter entendido a missão do Senhor, por não haver entendido que a cruz não era o fim, mas o início da vida nova em Cristo, o símbolo da vitória da vida sobre a morte.
Se foi assim com os discípulos de Emaús, também é conosco algumas vezes. Num dia estamos na companhia sagrada de Jesus na Eucaristia, e no outro parecemos perder a amizadade de Jesus que se faz tão ausente diante de nossas dores, aflições e solidão. Andamos, procuramos entender os motivos, mas não conseguimos compreender porque Jesus não realiza aquilo que imaginos que faria por nós e pelos que amamos neste terra. Assim acontece pelo fato de não entermos a missão de Jesus em nossas vidas, por não entedermos que a cruz não é fim, mas o início da graça de uma vida totalmente nova na presença do Cristo Salvador, o símbolo da vitória da vida sobre todas as aflições que por ventura possam nos atingir.
No meio do caminho Jesus acompanhou os discípulos, bem na hora mais difícil quando eles tinham o coração cheio de dúvidas e solidão. Ao ver seu semblante triste o Senhor começou a falar-lhes dos profetas e das promessas de Deus em suas vidas, e falando de esperança e amor esquentou-lhes o coração que ardia na presença do Mestre. Corações fumegantes através do Espírito Santo abrasador que vem de Jesus. A presença de Jesus lhes foi tão agradável que no final do caminho eles logo se anteciparam e disseram "fica conosco Senhor, pois é tarde e o dia já finda", e diante de seu convite Jesus os seguiu e foi com eles partir o pão, e foi com eles partilhar de sua vida e salvação. Jesus assim o fez por conhecer a necessidade de seus discípulos, por saber que naquele momento era necessário que Ele mesmo os acompanhasse o os desse de comer, por saber que somente sua presença santa poderia lhes aquecer o coração entristecido e reanimar a alma decepcionada.
A experiência dos discípulos nos ensina que como foi naquele tempo também é agora. Todas as vezes que viajamos por esta vida a nos sentir solitários ou decepcionados pelo caiminho, o próprio Ressuscitado vem ao nosso encontro e nos fala de amor e eperança, nos aquecendo o coração com o ardor do Espírito Santo abrasador e conosco reparte o pão e o vinho, que se transformam no Corpo e Sangue Sagrado do Nosso Senhor e Salvador. E sempre é possível chamar pelo Senhor e dizer "fica conosco Senhor, pois já é tarde, o dia se finda e a noite já vem", pois o Senher conhece todas as nossas necessidades.
Hoje vivemos um tempo de missão, de dificuldades, mas acima de tudo um tempo feliz. Vivemos o tempo da espera pela segunda vinda gloriosa e definitiva do Nosso Senhor Ressuscitado e Vencedor, que vivo está e caminha no meio de nós.
Que possamos ir pelo caminho a gritar que ELE VIVE E ESTÁ NO MEIO DE NÓS!
Feliz Páscoa!
Feliz vida nova em Cristo!
Viva o Rei da Glória!

2 de abril de 2009

Semana Santa


Filhos amados, mais uma vez se aproxima o momento em que toda a Terra relembra a minha Paixão e minha gloriosa Ressurreição. Enquanto fui homem, para mim este tempo foi imensamente doloroso e sofrido, pois foi o momento emque senti a fragilidade da carne; porém, agora como Deus, este é para mim um tempo de alegria e mesmo que seja só neste tempo da minha paixão, muitos filhos lebram-se e se achegam a mim através da confissão.

Saibam, filhos, celebrar na alegria esta Semana Santa, pois é na alegria que têm de louvar ao seu Deus que venceu a morte e vencendo-a abriu a seus filhos a porta do Paraíso.

Ao celebrarem o Domingo de Ramos não se prendam na recordação da minha entrada triunfante em Jerusalém, mas a exemplo daquele povo que estendia suas roupas para que eu passasse, coloquem também vocês, neste dia, seus corações para que sobre eles Eu possa pisar e esmagar o mal nele enraizado. Esta festa só tem sentido quando vocês se abrem a mim e permitem que Eu seja o rei de suas vidas.

Filhos, na 5a. feira Santa, dia que instituí a Eucaristia, procurem fazer ao menos uma hora de adoração a mim, no Santíssimo Sacramento, pois neste dia o poder curativo do meu Corpo e do meu Sangue é ainda mais intenso, pois foi por causa da minha imensa paixão pela humanidade que entreguei ao mundo Meu Corpo e Meu Sangue.

No momento em que o meu representante elevar-me para ser adorado por toda a comunidade, olhem fixamente para mim e coloquem nesse olhar todo o seu amor.

Eu corresponderei ao sue amor, na medida em que me amarem, e então verão que em nome do amor faço maravilhas.

Na 6a. feira Santa, não se entristeçam, pois não sou um Deus morto. Sou um Deus vivo. Ofereçam neste dia muitos sacrifícios, não pelos meus sofrimentos, pois eles foram necessários, mas em louvor a mim, que deu a minha vida para garantir-lhes a vida eterna.

No sábado Santo, "vigiai e orai", pois aquele que vigiar e orar, ressuscitará comigo no último dia.

No Domingo de Páscoa, alegrem-se! Festejem, cantem e dancem! A mim dêem todo o louvor, pois sou o seu Deus que vive e reina para sempre.

Celebrem com alegria a minha vitória sobre a morte e digam "Ó morte, onde está a tua vitória sobre os filhos do Deus Vivo?!"

Sou Jesus, o seu Deus que vive e reina para sempre. Amém!.