2 de abril de 2010

SÉTIMA ESTAÇÃO: Jesus cai pela segunda vez

V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Do livro dos Salmos 41,6-10

Os inimigos me desejam o mal: “Quando é que vai morrer e ser cancelado o seu nome?” Quem vem visitar-me diz mentira, seu coração acumula maldade e saindo fora fala mal. Juntos murmuram contra mim os meus inimigos, prevendo o mal para mim: “Uma doença ruim caiu sobre ele, de onde está deitado não vai levantar-se”. Até o amigo em que eu confiava, também aquele que comia do meu pão, levanta contra mim o seu calcanhar.



MEDITAÇÃO

Jesus cai de novo sob a cruz. É verdade que estava esgotado fisicamente, mas estava mortalmente ferido também no seu coração. Pesava sobre ele a rejeição daqueles que, desde o início, tinham se oposto obstinadamente contra a sua missão. Pesava a rejeição que, ao final, tinha-lhe demonstrado o povo que parecia cheio de admiração e até entusiasmo por ele. Por isso, vendo a cidade santa que tanto amava, Jesus exclamara: “Jerusalém, Jerusalém,... quantas vezes eu quis reunir teus filhos como uma galinha reúne seus pintainhos debaixo das asas, mas não quiseste!” (Mt 23,37). Pesava terrivelmente a traição de Judas, o abandono dos discípulos no momento da prova suprema, pesava particularmente a tríplice negação de Pedro.

Sabemos bem que pesava igualmente sobre ele a massa inumerável dos nossos pecados, das culpas que acompanham toda a história humana através dos milênios.

Por isso, peçamos a Deus, com humildade, mas também com confiança: Pai rico de misericórdia, ajudai-nos a não tornar ainda mais pesada a cruz de Jesus. Com efeito, como escreveu João Paulo II, cujo quinto aniversário de falecimento tem lugar nesta noite: “o limite imposto ao mal, do qual o homem é artífice e vítima, é, em definitivo, a Misericórdia Divina” (Memória e identidade, p. 70).



Todos:

Pater noster, qui es in cælis;
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.

Quis non posset contristati
piam matrem comtemplari
dolentem cum Filio?

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