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2 de abril de 2010

OITAVA ESTAÇÃO: Jesus encontra as mulheres de Jerusalém que choram por Ele

V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Do Evangelho segundo Lucas 23, 27-29.31

Seguia-O grande massa de povo e mulheres que batiam no peito e se lamentavam por Ele. Mas Jesus voltou-Se para elas e disse-lhes: “Mulheres de Jerusalém, não choreis por Mim; chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos. Pois dias virão em que se dirá: “Felizes as estéreis, as entranhas que não tiveram filhos e os peitos que não amamentaram”… Porque, se fazem assim no madeiro verde, que será no madeiro seco?”.



MEDITAÇÃO

Vemos que é Jesus que tem compaixão das mulheres de Jerusalém e de todos nós. Mesmo enquanto carrega a cruz, Jesus continua sendo o homem que tem compaixão das multidões (cf. Mc 8,2), que chora diante da tumba de Lázaro (cf. Jo 11,35), que proclama bem-aventurados os que choram, porque serão consolados (cf. Mt 5,4).

É justamente assim que Jesus mostra ser o único que verdadeiramente conhece o coração de Deus Pai e pode dar a conhecê-lo também a nós: “ninguém conhece o Pai, senão o filho e aquele a quem o filho o quiser revelar” (Mt 11,27).

Desde os tempos mais remotos, a humanidade se questionou, freqüentemente com angústia, sobre qual fosse a verdadeira atitude de Deus para conosco: uma atitude de solicitude providencial ou, ao invés, de soberana indiferença, ou mesmo de ira e ódio? A uma questão desde gênero, não podemos dar uma resposta certa somente com os recursos da nossa inteligência, da nossa experiência e mesmo do nosso coração.

Por isso Jesus – a sua vida e a sua palavra, a sua cruz e a sua ressurreição – é, de longe, a realidade mais importante de toda a história da humanidade, a luz que brilha sobre o nosso destino.



Todos:

Pater noster, qui es in cælis;
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.

Tui Nati vulnerati,
tam dignati pro me pati,
poenas mecum divide.