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2 de abril de 2010

NONA ESTAÇÃO: Jesus cai pela terceira vez

V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R/. Quia per sanctam crucem tuam redemisti mundum.

Da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios 5,19-21

Em Cristo, Deus reconciliou o mundo consigo, não imputando aos homens as suas faltas e colocando em nós a palavra da reconciliação. ... Em nome de Cristo, nós vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus. Aquele que não cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nós nos tornemos justiça de Deus.



MEDITAÇÃO

Eis aqui o motivo mais profundo das repetidas quedas de Jesus: não somente os sofrimentos físicos, não somente as traições humanas, mas a vontade do Pai. Aquela vontade misteriosa e humanamente incompreensível, mas infinitamente boa e generosa, pela qual Jesus se fez “pecado por nós”; para ele foram transferidas todas as culpas da humanidade, cumprindo aquela misteriosa troca que faz de nós, pecadores, “justiça de Deus”.

Enquanto procuramos nos identificar com Jesus que caminha e cai sob a cruz, é justo que experimentemos em nós sentimentos de arrependimento e de dor. Contudo, ainda mais forte deve ser a gratidão que invade a nossa alma.

Sim, ó Senhor, vós nos resgatastes, nos libertastes; com a vossa cruz, nos fizestes justos diante de Deus. Antes, nos unistes tão intimamente a vós que fizestes também de nós, em vós, os filhos de Deus, os seus familiares e amigos. Obrigado, Senhor, fazei que a gratidão para convosco seja a característica predominante da nossa vida.



Todos:

Pater noster, qui es in cælis;
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.

Eia, mater, fons amoris,
me sentire vim doloris
fac, ut tecum lugeam.