28 de janeiro de 2009

Meditemos o refrão abaixo em ação de graças ao Senhor, que tem cuidado de nós hoje e sempre.

"A vida dos justos está nas mãos de Deus, nenhum tormento os atingirá! Aos olhos dos insensatos pareceram morrer, mas eles estão em paz. Aleluia! Aleluia!"

25 de janeiro de 2009

Conversão de São Paulo

Primeira Leitura - At 22,3-16
Salmo 117/116
Segunda Leitura - 1Cor 7,29-31
Evangelho - Mc 16,15-18


"Ide pelo mundo inteiro e anunciai o evangelho a toda criatura!"
Mc 16,15

18 de janeiro de 2009

2° Domingo Comum - Mestre, onde moras?

Estamos no Segundo Domingo do tempo Comum, no qual o Senhor nos convida a segui-Lo. São João coloca a vocação destes primeiros discípulos dentro de uma semana inaugural. É o inicio de uma atividade na qual João Batista, começando um outro dia, uma nova atividade, cede a Jesus os seus discípulos. De fato, “vendo Jesus passar, disse: eis o Cordeiro de Deus!” (Jo 1,35-36). Os discípulos, André e Filipe, seguem timidamente o Cristo. Jesus percebeu que eles estavam seguindo-o, volta para eles e pergunta: “o que estais procurando?” A partir deste momento se inicia um diálogo, certamente profundo e questionador entre Jesus e os discípulos André e Filipe. Eles responderam: “Mestre, onde moras?” E Jesus em seguida respondeu: “Vinde e vede?” O texto afirma: eles foram, viram onde Jesus morava e permaneceram com ele todo o dia. Depois André irá ao encontro de seu irmão Simão Pedro e testemunha: “encontramos o Messias, que significa Cristo”.
Esta experiência de João Batista, Jesus e os primeiros discípulos fazem parte de uma semana chamada “inaugural” onde João Batista vê Jesus passar e testemunha como o Cordeiro de Deus. Esta “semana inaugural” é importante porque o evangelista, através de muitos sinais, o revela a muitas pessoas, entre elas, André, Filipe, Simão Pedro e outros, que fizeram a opção de seguir o Mestre. A conclusão desta semana inaugural termina com o episódio das Bodas de Cana (Jo 2,1-11), onde Jesus manifestou a sua glória e se revelou, e os discípulos acreditaram nele (Jo 2,11).
Percebemos que o testemunho de João Batista foi fundamental para que os discípulos seguissem o Cristo. O Evangelista mostra que a dinâmica vocacional e o chamado passa por uma outra experiência. Os outros Evangelistas mostram a realidade do chamado na vida cotidiana, no trabalho, na busca, etc. Neste caso, São João quer afirmar a realidade do discipulado. Existe uma indagação, um questionamento, um aprofundamento do mistério de quem é Jesus. Por isso o texto mostra a realidade do dinamismo: eles foram, viram e permaneceram, e depois testemunharam: encontramos o Messias.
Portanto, para iniciar o caminho do discipulado, na perspectiva de São João é importante permanecer com o Mestre. O texto diz que os discípulos “permaneceram com ele naquele dia... Era por volta das quatro da tarde” (Jo 1,39). O verbo permanecer é muito importante para São João. Por ora os discípulos permaneceram com Jesus. Mais adiante Jesus dirá: “permaneçam em mim” (Jo 15,5ss); “permanecei no meu amor” (Jo 15,9); “quem permanece com ele não peca” (1Jo 3,6); “se alguém confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece com ele e ele com Deus” (1Jo 4,15).
O Evangelho mostra que a experiência com Jesus é importante, é profunda e vale a pena: “era por volta das quatro da tarde” (Jo 1,39). As “quatro da tarde” ou a “hora décima” é uma linguagem simbólica... ou seja: é a hora da plenitude, do cumprimento das profecias. Para os antigos, o número dez seria um número perfeito. Portanto, para a tradição bíblica, Jesus é a perfeição e a plenitude. Assim sendo, quem busca o Mestre, terá um encontro pleno, profundo e significativo pois Ele é o único revelador do Pai: “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,9)
Hoje se questiona sobre a realidade do discipulado missionário. O texto de João mostra uma característica. Portanto, discípulo é aquele que é capaz de reconhecer no Cristo que passa o Messias Salvador e Libertador; que está disponível para segui-Lo no caminho do amor e da entrega; que é capaz de testemunhá-lo e de anunciá-lo aos demais irmãos; que é capaz de viver em comunhão com ele...
Portanto, aprofundamos o nosso chamado de sermos discípulos missionários de Jesus. Ainda hoje Ele convida: vinde e vede... A Igreja é chamada a responder ao seu chamado evangelizador e anunciar com toda força que Jesus é Caminho, Verdade e Vida (Jo 14,6). Somos chamados a permanecer sempre com o Mestre. Ele sustentará a nossa resposta e dará força para testemunhar: “Encontramos o Messias salvador”.
fr. João

14 de janeiro de 2009

"E Deus criou o homem à sua imagem e semelhança; à imagem de Deus ele o criou; E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo era muito bom." (Gênesis 1, 27.31)
É emocionante ler que Deus criou o homem à sua imagem e que no final ele viu que tudo o que tinha feito era muito bom. Durante a criação Deus sempre achava que o que tinha feito era bom, mas somente quando criou o homem achou que o que tinha feito era muito bom, pois acabara de criar um ser que com ele se assemelhava, o homem.
Assemelhar-se a Deus é nossa vocação! Ser parte de Cristo e membro do corpo celeste, eis nossa missão.
O homem é, sem dúvida alguma, a criatura mais especial do universo, por quem Deus tem tamanho afeto capaz de doar-se sem limites, capaz de ir até as últimas consequências para nos dar a salvação que havíamos perdido por meio de nosso egoísmo, orgulho e infidelidade. Somos herdeiros da ressureição de Cristo, que por amor nos deu a vida plena através de suas preciosas gotas de sangue derramadas naquela cruz.
Como definir Deus?
Deus é amor, compaixão, misericórdia, paz, é tudo em nós. Deus é tudo em nós e nós somos tudo nele! Somos um só com Deus através de um mergulho profundo no mistério da Santíssima Trindade, que nos ensina que a fraternidade é absoluta e verdadeira quando não conseguimos identificar quando acaba da atitude humana e começa a ação divina.
"... à imagem de Deus ele o criou..."
Então por que poluímos as águas, cuspindo nelas tudo o que não serve mais para a sociedade que se satura dia-a-dia de suas próprias invenções? Por que a mãe de família não tem o que oferecer na hora do jantar? Por que as ruas são lugares de extrema insegurança onde se corre perigo de morte? Por que em nome da posse da terra ou de Deus mísseis são lançados sobre crianças que ainda nem conseguem entender ou conhecer o ódio ou a vingança?
Nenhuma criatura, além do homem, polui as águas. Nenhuma das criaturas, além do homem, fabrica mísseis. Nenhuma criatura, além dos homens, foi criada à imagem de Deus.
Não tem sido a imagem de Deus que refletimos, pois temos nos apressado muito em buscar a felicidade, em sermos pós-modernos, em tomarmos posse da terra (que também é criatura de Deus), não temos mais tempo nem paciência para refletir Deus no mundo. Esquecemos que somos criaturas feitas à imagem de Deus, e se somos criaturas, somos de Deus e somente a ele pertencemos.
A humanidade tem muita pressa em conquistar. Mas conquistar o que afinal? O mundo? Mas o mundo já não é nosso? Deus já nos deu o mundo! Somos herdeiros de tudo que pertence a Deus, portanto, o mundo já é nosso! Por que fazemos guerra então? Por que a fome é tão impiedosa? Por que poluímos as águas? Por que nossa satisfação é vencer nosso semelhante? Que sede é essa que nos move?
Irmãos, a única certeza que temos é de que um dia contemplaremos a glória de Deus.
Nesse dia glorioso, onde brilhará enternamente a estrela da manhã que é Jesus, toda a nossa sede será saciada e todo o sofrimento será vencido, pois diante de tamanha luz não haverá mais trevas, nem diferenças ou dificuldades, nem fome, nem competição! Será um dia feliz, quando todos nós contemplaremos a face gloriosa de Deus, quando nossa única preocupação será nos deixar encantar e conduzir pelo imenso amor de Deus, que nos criou para sermos especialmente felizes.
Que hoje possamos viver como criaturas especias, que sabem, à semelhança de seu criador, viver a fraternidade, a paz e ajustiça celeste.
Paz!

2 de janeiro de 2009

"O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e se compadeça de ti! O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!"

(Num 6, 24-26)

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