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12 de dezembro de 2007

NÃO PODEMOS SER ESCRAVOS DAS NOSSAS EMOÇÕES

Ninguém pode ser livre e feliz se for prisioneiro de si mesmo.
Nos tempos atuais vivemos o auge da "democracia" e da "liberdade".
São tantos os direitos de livre expressão!
Cada um pode manifestar-se como desejar, desde é claro que não vá contra a Lei dos homens. É isso que o mundo nos propõe.
Mas até onde podemos ter isso como verdade?
Até onde essa liberdade existe?
Observando o comportamento das pessoas nessas ultimas décadas, podemos observar claramente como elas estão estressadas, deprimidas e insatisfeitas.
O homem moderno está mais culto, tem acesso rápido as informações e até pode ser excelente no que faz. Porém está perdendo a capacidade de ver a beleza das coisas simples da vida, que são aquelas que de fato "satisfazem" as nossas necessidades. Este está deixando-se acostumar com aquilo que um dia com a graça de Deus conseguiu conquistar.
O homem moderno sem sombra de duvidas tem
mais conhecimento, mas é prisioneiro d si mesmo, está sempre vázio, em busca de coisas para satisfazê-lo. Não consegue lidar com o sofrimento e para se livrar dele faz coisas absurdas que acabam por deixá-lo ainda mais dependente.
Ninguém consegue eliminar todos os erros e angustias da sua vida. Todos passamos por desertos emocionais, que só podem servir de crescimento quando temos a coragem de assumir nossas fraquezas e misérias e passamos a usa-las a nosso favor e não ficamos mergulhados em nossa fragilidade humana. Porque não importa o numero de vezes ou até mesmo a gravidade do que te deprime. O essencial é assumir essa fragilidade e voltar-se para Jesus, que nos dá a força do alto , o seu Espírito Santo, que é criativo e consolador.