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19 de outubro de 2007

O SILÊNCIO E A INCLINAÇÃO II

Falei ontem sobre o silêncio, hoje quero falar sobre a inclinação, uso esse termo por ser o que o autor (José Aldazábal Larrañaga) usa quando fala sobre a reverência devida no momento da comunhão. Comenta o autor:
Onde antes, em vários momentos, falava de "debita reventia", agora especifica que se faça uma "profunda inclinatio". Por exemplo: "Os que não podem ajoelhar-se na consagração, farão uma profunda inclinação (nº 43).

Agora me vem a pergunta, quem se inclinará? Com todo esse relativismo que impregnou a nossa sociedade e mesmo os cristãos católicos, onde a visão do sagrado está como que escondida por um véu. Onde estão os profetas dessa geração para nos mostrar a mão de Deus?

Profetas nós temos, são os melhores diga-se de passagem, verdadeiros pastores, sinais vivos de que os conselhos evangélicos são possíveis de se realizar, basta uma palavra deles e tudo se transformará, resta uma esperança! Queridos Pais, gritem como o profeta Jonas, clamem por um sinal do céu como Elias, mas principalmente, mostrem o Cordeiro de Deus como João, o Batista.

Para os que conseguem ir mais adiante na experiência do sagrado, fica esse chamado, devemos silenciar e inclinar nosso corpo e coração diante daquele que é a Verdade, o único que pode retirar o véu da nossa vista para enxergarmos a "vida futura". Somos profetas também, da Eucaristia com certeza.

Graças se dêem a todo momento, ao Divino e Santíssimo Sacramento!!!