31 de outubro de 2007

Perseverar no Espírito - Projeto de Deus

Meus irmão,

São Paulo escreveu na Carta aos Romanos que se vemos o que esperamos, então já não esperamos, pois não se pode esperar o que já se vê. Mas virtude, é esperar o que não conhecemos e não vemos, isso é perseverar, isso é ser cristão. Na verdade não somos ainda capazes de pedir a Deus o que é bom, pois somos pequenos e fracos na fé, não temos fé nem do tamanho de uma semente de mostarda.

Não temos capacidade de elaborar projetos para nossa própria vida, pois geralmente quando sonhamos, sonhamos pequeno, sonhamos com pouco. Porém, nosso Deus sonha grande, vê longe e sabe fazer projetos de vida como ninguém!

Meus irmãos, o Senhor Deus deseja realizar grandes projetos na sua vida! Ele viu você desde a concepção no ventre de sua mãe quando você ainda era um pequeno e frágil embrião e o vê agora quando você já é um ser que pensa e pode fazer suas próprias escolhas. E por ter uma visão assim é que Deus nos envia seu Espírito Santo que é o esclarecedor que ilumina nossos pensamentos! Através da ação do Espírito Santo nós deixamos de fazer projetos que agradam nosso coração para realizar as obras que agradam o coração de Deus. Ora, se somos feitos a Sua imagem e semelhanda, como podemos pensar e viver de forma diferente Daquele que nos criou? Isso sim, seria impossível! Isso sim, seria terrível!

Se somos templo onde habita o Espírito Santo, somos herdeiros da Ressurreição de Cristo, pois essa é sua herança! Se somos templo do Espírito Santo, já não somos nós quem pedimos, mas o Espírito é quem intercede por nós, e o Pai reconhece cada gemido inefável que o Espírito produz a nosso respeito!

Precisamos a partir de agora nos deixar guiar pelo Espírito Santo! Precisamos a partir de agora realizar cada projeto de Deus em nossas vidas! Precisamos agora deixar de ver por nós mesmos e começarmos a olhar como Deus olharia para cada situação das nossas vidas, cada chamado, cada decisão, cada sentimento. Pois meus irmãos, já não somos nós que vivemos em Cristo, mas é Ele que vive me nós. O barco já está em alto mar e a rede já foi lançada! Só nos resta ir pra frente em Deus! Voltar, isso já não faz mais parte de nós!

Paz queridos irmãos! E meu desejo é que você viva a cada dia de sua linda e querida vida um novo Pentecostes! Se deixe consumir de amor por Deus!

Amém.

28 de outubro de 2007

O Tamanho das Pessoas...

Os Tamanhos variam conforme o grau de envolvimento...
Uma pessoa é enorme para ti, quando fala do que leu e viveu, quando te trata com carinho e respeito, quando te olha nos olhos e sorri .
É pequena para ti quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade, o carinho, o respeito, o zelo e até mesmo o amor.
Uma pessoa é gigante para ti quando se interessa pela tua vida, quando procura alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto contigo. E pequena quando se desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos da moda.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo. É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. O nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de acções e reacções, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente torna-se mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande... é a sua sensibilidade, sem tamanho...Willian Shakespeare

Ensina-nos a orar

27 de outubro de 2007


Pra sempre no sim de cada dia

Em cada melodia, te amarei...

Pra sempre, na luz do meio dia, na noite escura e fria, te amarei

Só sei que é para sempre Senhor

e nada impedirá nosso amor

pois és Fiel Potente confio plenamente no Teu, grande e infinito amor

Ainda que imperfeito Senhor

Teu braço me acolhendo eu vou

Sou teu eternamente na dor e alegremente

Sou teu meu senhor

Sou teu eternamente ,meu sim é para sempre ,sou teu

só teu meu senhor.



Cd Shalom/Nicodemos

30º Domingo do Tempo Comum

28 de outubro
+ Verde. 30º DOMINGO DO TEMPO COMUM
2ª semana do Saltério.
Ofício dominical comum.
Missa pr: Gl, Cr, Pf dos domingos cms.

Leituras:
Eclo 35, 15b-17.20-22a*;
Sl 33 (34), 2-3. 17-18.19 e 23 (+ 7a);
2Tm 4, 6-8.16-18
Lc 18, 9-14 (O fariseu e o publicano).

Refletindo sobre o evangelho

A liturgia deste domingo continua mostrando a necessidade de rezar. Como vimos no domingo anterior Jesus insistia sobre esta necessidade dizendo aos discípulos: “rezar sempre e nunca desistir” (Lc 18,1). No texto de hoje, o Mestre conta mais uma parábola aos seus discípulos sobre o “fariseu e o publicano”. Este texto é próprio do Evangelista Lucas que o situa no contexto do itinerário para Jerusalém. Neste itinerário os discípulos deveriam fazer uma opção clara e definitiva por Jesus. Contudo o Evangelista quer clarificar o objetivo da Parábola: “alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros” (Lc 18,9).

A parábola contrapõe dois modos de ser, um fariseu e um publicano, que vão ao Templo para rezar (v. 10). Ambos buscam entrar em comunhão com Deus mediante a oração. Entre os dois há um contraste muito forte, seja quanto ao comportamento, seja quanto à idéia de religião e oração. Também a idéia de Deus que cada um deles possui é diferente. Uma é falsa, a outra é verdadeira. À primeira vista, tem-se a impressão de que o fariseu esteja certo e o publicano errado. Mas a decisão cabe a Jesus. É Ele – que conhece o íntimo das pessoas – quem irá decidir. O fariseu não pode ser juiz do publicano. Os fariseus se consideravam justos perante Deus. Acreditavam ser autênticos e puros. A própria palavra fariseu (que significa separado) denota a consciência que tinham e o rigor por eles usado na observância e aplicação da Lei de Moisés. Desprezavam os que não conheciam a Lei e os que não fossem – como eles – escrupulosos em observá-la nas minúcias. Julgavam-se aqueles que aplicavam autenticamente a Lei.

O fariseu da parábola denota a consciência e a escrupulosidade do movimento ao qual pertence. Tem consciência de não ser igual ao resto das pessoas, e por isso se dirige a Deus com altivez, rezando em voz alta, de pé, enumerando suas qualidades. Essas qualidades se caracterizam pelo não ser como os demais e pelo fazer escrupulosamente mais do que a Lei exigia. Ele não é como os outros. E passa a catalogar os pecados que evita: os outros são ladrões, injustos e adúlteros. Esses três pecados sintetizam a transgressão do Decálogo em relação ao próximo: não roube, não cometa adultério etc.

A seguir, enumera o que faz escrupulosamente: jejua duas vezes por semana. Ele é incrivelmente generoso, indo muito além do prescrito, provavelmente jejuando em representação-substituição pelos pecados do povo (é, como se dizia, uma “alma reparadora”). Além disso, paga o dízimo de todos os seus rendimentos, inclusive dos que fossem isentos de taxas dizimais. Trata-se, pois, de fariseu exemplar, íntegro em relação ao próximo e a Deus. Contudo, seu erro consiste em julgar-se, por causa disso, merecedor da benevolência divina. Deus estaria sendo obrigado a reconhecê-lo justo.

O publicano é o oposto do fariseu. Sendo cobradores de impostos, os publicanos eram, e com razão, acusados de extorsão e corrupção. Por isso tornaram-se impopulares, odiados como pessoas de moral pervertida. Enquanto exatores de taxas, eram agentes do governo imperialista e ganancioso dos romanos. Colaboravam com os opressores, via-se neles a encarnação do pecado.

Um dado importante poderemos perceber na maneira de rezar do fariseu e do publicano. O Evangelho, fala do “jeito fariseu” de rezar, colocando-se a vista de todos para vangloriar-se a si mesmo e demonstrar intolerância para com o pobre; reza sem o tempero da fraternidade, o que, de acordo com Jesus, impede que a prece seja acolhida por Deus. Depois, tem o “jeito publicano” de rezar, marcado pela postura da humildade de nem sequer levantar os olhos, bater no peito e, em vez de usar as próprias palavras, reza com as palavras de um salmo penitencial, implorando perdão pelos seus pecados (Sl 50,1; Sl 24,12); reza com o tempero do abandono. Unido a este último, mas merecedor de ressalva, tem o “jeito pobre” de rezar, característico de quem reconhece a necessidade de implorar de modo insistente (Eclesiástico 35,16-17) a proteção e a presença divina, especialmente quando se sente sozinho e abandonado por todos (2Timóteo 4,16). Este último tem o tempero da confiança total em Deus.

Assim, a liturgia deste 30º Domingo do Tempo Comum nos convida a refletir sobre cinco conseqüências da oração sobre a pessoa que reza:
a. força de ultrapassar as nuvens, se for feita com desprendimento e fé;
b. intercessão da proteção divina e fortalecimento do orante diante dos desafios, por mais ameaçadores que sejam;
c. quem reza com sinceridade e insistência atrai a força divina, é fortalecido interiormente e se mantém sereno diante dos contratempos da vida;
d. a oração transforma o coração do orante libertando-o para o amor e o respeito ao outro;
e. acolher a graça divina em seu coração, significa: tornar-se justo, santificado e repleto de paz.

(enviado por frei João)

25 de outubro de 2007

CANÇÃO DAS MULHERES

“Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ‘Olha que estou tendo muita paciência com você!’

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha.

Mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.”

Compreender o outro é uma arte.

Exige esforço, concentração, desprendimento, disposição.

Alguns poderão pensar: “Mas como posso entrar na mente do outro, penetrar seus sentimentos, e descobrir o que se passa lá?”

Aí está a razão da analogia com a arte.

Exige-nos empatia – colocarmos-nos no lugar do outro.

A palavra empatia é derivada do grego “empatheia”, que significa afeto ou paixão, ou ainda “entrar no sentimento”.

Os gregos entendiam que para se observar devidamente uma obra de arte era necessário “entrar em seu sentimento”, observá-la de dentro para fora.

A quarta edição do novo “World College Dictionary”, da Webster, define empatia como: “a projeção de sua própria personalidade na personalidade de outra pessoa, a fim de entendê-la melhor.

É também encontrada como a habilidade de compartilhar as emoções, pensamentos ou sentimentos com outrem.”

Alguns terapeutas abraçam uma definição mais ampla. Dizem que somos empáticos quando respondemos à necessidade do paciente, quando lhe oferecemos o que ele precisa para melhorar.

Sem empatia nos isolamos em nossos próprios sentimentos, sem troca, sem alimentação.

Sem empatia nossas trocas de energia encontram barreiras, linhas imaginárias por onde o sentir não consegue passar.

Sem dúvida alguma, a empatia é um novo estágio nos relacionamentos humanos, fundamental para que cresçamos e nos entendamos em níveis mais profundos.

A proposta de Jesus Cristo, de fazermos aos outros o que queiramos que os outros nos façam, é a mais bela e completa lição de empatia até hoje existente.

(Texto extraído do livro Pensar é transgredir, de Lya Luft, ed. RCB)

24 de outubro de 2007

Confiar

O Senhor sempre tem nos exortado sobre como devemos viver para está sempre de acordo com os planos que Ele tem traçado para cada um de nós. E uma das virtudes que Ele mais deseja que tenhamos quando nos propomos a deixar que Ele guie nossos passos é o dom de confiar! Confiar não apenas com as palavras, mas confiar com o coração, com a alma!
Confiar! Se entregar! Megulhar em Deus! Ter a alma por completo submersa nos mistérios divinos!
Deixar-se encantar e apaixonar por Ele! Deixar-se encantar e apaixonar por um Deus que nos olha com carinho e dedicação, que não se cansa de velar e sonhar por nós, mesmo quando queremos caminhar apenas com nossos próprios pés!
Ah meus irmãos! Tamanha é a bondade do nosso Deus! Quiséramos nós podermos compreendê-la, ou ainda sentí-la como verdadeiramente é. Se assim vivessemos, nenhum mal jamais nos atingiria, nem lágrima alguma rolaria sobre nossa face, senão lágrimas que expressassem louvor e adoração.
A alma que ama o Senhor e nele confia, manten-se contente, quieta e confiante! Sabe lutar pelos projetos do seu Deus! Sabe se entregar com ardor! Sabe guardar os sonhos de Deus! Deixa-se inflamar pelo Espírito Santo para viver na santidade aquilo que agrada ao seu Senhor!
Deus é a beleza grandiosa e infinita que nos rege e ilumina! É a razão para estarmos aqui! E é o motivo pelo qual um dia estaremos unidos para sempre na vida eterna, que Jesus já conquistou para cada um de nós!
Paz queridos irmãos! E que a Virgem Maria interceda por nós!

Bibla da Criança

Kinderbibel
Vale a pena conferir esse serviço da organização ineternacional "Ajuda a Igreja que sofre".

23 de outubro de 2007

"O meu Senhor chegou com toda glória. Vivo Ele está. Está! Bem junto a nós seu corpo santo a nos tocar. Vivo Ele está. Está!"

A Segunda Vinda de Jesus

"Eu digo sempre que essa música é profética. Na primeira parte ela diz: 'Como são belos os pés do mensageiro que anuncia a paz, como são belos os pés do mensageiro que anuncia o Senhor!' E na segunda parte ela já diz do Senhor que veio, porque um dia nós estaremos proclamando assim e não vai demorar muito. Eu até falo o que foi o Evangelho de uns dias atrás que dizia que 'muito profetas desejaram ver o que estais vendo e não viram'. Graças a Deus nós estamos vendo.

Veja só a multidão de gente aqui numa quinta feira. O Senhor já suscitou uma fome e uma sede da palavra de Deus e agora é o tempo de nos saciarmos mesmo da Palavra de Deus, de tomarmos um banho da oração. Nós precisamos tomar um banho, um mergulho na adoração a Jesus no Santíssimo Sacramento, amar Maria, amar a Igreja e mergulhar fundo na doutrina do Senhor. Ele suscitou a fome porque vai chegar um tempo em que haverá fome (e não está longe) em que se procurará a Palavra de Deus e não se encontrará.
Há alguns que não se incomodam com isso. Talvez haja gente que pouco se incomoda com isso dentro da sua casa. Haverá muita gente que pouco se incomoda hoje e depois vai querer, mas será tarde.

É preciso agora não apenas receber mas guardar em celeiro. Depois de anunciar os últimos tempos, Jesus, no evangelho de Mateus, capítulo 24, que é todo a respeito da vinda do Senhor conta três parábolas.
Já a primeira parábola fala das dez virgens. Naquele tempo, nos casamentos, o noivo vinha buscar a noiva e muitas noivas aguardavam esse momento. Dez esperavam, mas o esposo acabou tardando e algumas se desanimaram.
Os próprios apóstolos pensavam que Jesus já vinha naquela época. Isso foi bom! Imagine: naquele tempo, eles tiveram que evangelizar os pagãos. Os próprios judeus os impediam. Paulo foi preso, açoitado, ficou semi-morto. Os pagãos estavam acostumados com os ídolos e com uma vida devassa. Os primeiros apóstolos levaram a conversão. Os que se convertiam não faziam sincretismo. Tiveram que deixar tantas coisas erradas... Tornaram-se homens e mulheres santos. Houve uma tremenda perseguição contra os cristãos.

Os primeiros cristãos não se enganaram. Eles acertaram. O Senhor queria que cada geração que passasse sobre a face da Terra vivesse como se ele viesse naquela geração. O Senhor quer que nós vivamos cada dia como se o Senhor viesse hoje. Isso nos dá ardor, faz-nos valentes, apostólicos, como os primeiros cristãos (Pedro foi colocar a sede da Igreja lá nas 'barbas do imperador') que eram destemidos, porque esperavam o Senhor na glória.

É o que cantamos: 'Que santidade de vida! Que homens devemos ser, pois se tudo no céu e na Terra o Senhor chamará? Que respeito para com Deus? Que luta devemos travar? No novo céu e na nova terra iremos morar. Somos, Senhor, tua Igreja que aguarda e apressa tua vinda gloriosa. Que o Senhor nos encontre em paz: puros e santos. Que é feito da sua promessa? Perguntam e zombam de Deus. Mas o Senhor virá e Ele não tardará! Que eu seja santo, santo, santo, pois Deus é Santo, Santo, Santo. Que a santidade da minha vida apresse o Senhor e Ele logo virá!'

Quando nós esperamos a vinda do Senhor, que é iminente, nós partimos para a santidade. No meio do paganismo os primeiros cristãos viviam uma vida santidade.

A nossa santidade apressa a vinda do Senhor e é preciso que isso aconteça. A nossa geração tem sido uma geração depravada e maliciosa como a dos primeiros cristãos. Só que os cristãos evangelizaram-na. Em Corinto, por exemplo, havia muita prostituição, muita orgia. Paulo foi para lá com medo, com receio, mas despojou-se totalmente. Ele só fez uma coisa pregar 'Cristo e Cristo crucificado'. Mas o próprio Paulo diz que não pregou com persuasão humana mas no Espírito, com os dons do Espírito. Paulo vai escrever aos coríntios que se converteram as duas maiores cartas do novo testamento e disse-lhes que não vos faltava dom nenhum, porque pregou com a força do Espírito Santo.

O Senhor precisa que tenhamos a mesma convicção. Os tempos são maus e é urgente que nos unamos a nosso Senhor Jesus Cristo e O viva antes que seja tarde. Nós precisamos ser coerentes com o Senhor. Nós não podemos ser cristãos e viver do jeito do mundo, porque a trama contra o Cristianismo já vai adiantada.
Se fez essa trama intelectualmente, por meio de livros, palestras, convenções... Hoje já é também uma questão política para se estabelecer na face da terra um governo único. Pe Michel Xuam fez um trabalho interessante. O Pe. Michel, mandado pela Igreja para estudar a conspiração contra as famílias, nascimentos, abortos nas organizações internacionais, acabou achando muita coisa mais e diz, de maneira católica, que existe uma trama, conspiração para termos um governo único.

Ele mesmo mostra que é tudo o que a Bíblia diz a respeito do anti-cristo. O Senhor nos diz que está no controle de tudo, que há uma briga para destroná-Lo, mas Ele é o Senhor: 'Não se assustem, mas estejam atentos, deixem essa vida leviana, fortaleçam-se na fé enquanto é tempo'.
O catecismo nos mostra que a Igreja vai passar pelos mesmos passos de Jesus (será traída, passará pela morte, teremos a impressão dela ter morrido, mas virá a ressurreição), nos diz para não nos escandalizarmos com isso e fala do anticristo, do governo mundial. Passar aquilo que Jesus passou não vai ser fácil. O próprio Senhor já nos havia dito e u digo: 'Agüenta firme Igreja! Agüenta firme, povo Deus! Será um tempo rápido e não precisamos temer. Mas vamos sofrer.

Jesus só passou por isso quando chegou a sua hora e vai chegar a hora da Igreja. Nós somos a bem aventurada geração que vai ver Jesus em glória, mas vamos passar pela cruz como Jesus.
Lemos em 1 Tes 2,7-8: 'Pois o mistério da iniqüidade já está em ação. Basta que o obstáculo atual seja afastado.
Então, ele se revelará, o Iníquo, que o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e destruirá com a manifestação da sua vinda.'
Não precisamos ter medo. Vai ser fácil para Jesus destruí-lo com seu império. Passaremos pela morte ressuscitaremos. Daí sim, nós santos,sem perigo de pecar, veremos céus novos e terra nova. Para uma humanidade nova é preciso povo novo.

Falei tudo isso, mas eles estão preparando também, uma igreja universal e única onde vão reunir coisas de todas as outras religiões e vão fazer a chamada nova religião, única e obrigatória. Já começaram a se reunir no ano 2000, convocados por organizações mundiais, tramando a tal religião nova, onde já se está dizendo que nenhuma outra religião poderá pregar a sua doutrina, fazer proselitismo. Seremos proibidos de viver a nossa fé. A palavra e o catecismo diz que a primeira coisa que retirarão é a eucaristia. Vão proibir a adoração ao Santíssimo Sacramento mas, assim como os primeiros cristãos celebravam às escondidas, também nós assim faremos.
Os bandidos estão se unindo e dizendo que para tempos novos é preciso uma mentalidade nova e as nossas crianças é que vão vive esse tempo novo, tendo, então que ter plena liberdade de fazer o próprio caminho e não seguir as idéias de seus pais, nem as idéias religiosas. Os pais vão ser proibidos de passar as suas idéias religiosas para as crianças, os professores não poderão passar as idéias antigas de religião e as crianças terão o direito de acusar os pais, os educadores, se tentarem passar idéias antigas.

Agora é a hora de nos ligarmos ao nosso Senhor Jesus Cristo, amar a Igreja, amar Maria. Ensinemos às nossas crianças as coisas santas, em vez de as deixarmos vendo coisas horríveis na televisão. Elas são dóceis, são prontinhas.
Deixemos de ser tolos, 'trouxas'. Viva a sua fé, use os dons, faça de tudo para levar o Evangelho aos outros e acredite que Deus cuidará dos da sua família."

Pe. Jonas Abib
18/07/2002

22 de outubro de 2007


Senhor meu Deus!!!!!!!!

Como é grandioso o teu amor por nós,

Como é infinita a tua misericórdia que mesmo diante das nossas falhas e da nossa infidelidade

Tu permaneces Fiel.

Só Tu!

Só Tu Senhor, é capaz de compreender e perdoar todas as nossas faltas,

porque muitas vezes nem nós mesmos conseguimos nos pedoar.

Mais o teu amor é infinitamente grande e doce!

Ah! como é doce e suave o teu amor,

Que delicadamente é capaz de nos tocar e causar um grande impacto.

Um impacto que nos impulsiona ao bem.

Ao querer fazer o bem.

Ao querer ser bom!

Obrigada pelo teu amor Senhor!

Oração missonária

Oração Missionária

Espírito Santo
Que desceste sobre os apóstolos
E os fizeste anunciadores do Evangelho:

Derrama os teus dons sobre cada um de nós
E torna-os sensíveis aos apelos
E às necessidades dos nossos irmãos;

Desperta em muitos corações
[crianças, jovens e adultos]
o ideal missionário;

dá força e coragem a todos quantos
se entregam totalmente
ao serviço da MISSÃO

Amém

Dia mundial das missões

O Dia Mundial das Missões (penúltimo domingo do mês) é uma data em que a oração e ofertas, em favor da evangelização dos povos, é celebrado em todas as dioceses, paróquias e instituições do mundo católico.


Este ano no dia 21 de outubro, o Dia Mundial das Missões traz como tema: Todas as Igrejas para o mundo inteiro. Com este slogan, o Papa Bento XVI convida as Igrejas locais de cada Continente a uma partilhada consciência sobre a urgente necessidade de relançar a ação missionária perante os numerosos e graves desafios do nosso tempo. “Faço votos de que o Dia Mundial das Missões contribua a tornar sempre mais conscientes todas as comunidades cristãs e todo batizado de que o chamado de Cristo a propagar o Seu Reino até os extremos confins do planeta é universal”, acrescentou o Papa.

21 de outubro de 2007

29º Domingo do Tempo Comum

21 de outubro

+ Verde. 29º DOMINGO DO TEMPO COMUM
1ª semana do Saltério.
Dia das Missões e da Santa Infância.
Ofício dominical comum.
Missa pr: Gl, Cr, Pf dos domingos cms.

Leituras:
Ex 17, 8-13;
Sl 120 (121), 1-2. 3-4. 5-6. 7-8 (+ cf. 2);
2Tm 3, 14 – 4, 2
Lc 18, 1-8 (Juiz iníquo e viúva)

19 de outubro de 2007

21 de Outubro - Dia Mundial das Missões

Querida Isla

Cumprimento-a às vésperas do dia Mundial das Missões.

Quando conheci o vosso blog, prometi mandar-vos uma mensagem por ocasião do mês das missões, porque sou missionária. Faço-o às vésperas do Dia Mundial das Missões, prestes a celebrar o 24º ano de vida missionária nestas terras de Angola.

No dia 23 de Outubro de 1983, na Basílica de São Paulo, Apóstolo, em Roma, junto com muitos/as outros/as missionários/as celebramos e recebemos o envio missionário; O “IDE” da boca do saudoso Papa João Paulo II. Partimos naquela mesma noite: Roma –Luanda, 4 irmãs brasileiras, Filhas de Maria Auxiliadora (Salesianas de D. Bosco). Uma de S. Paulo, uma de Recife, uma de Porto Alegre e eu de Minas Gerais.

Em Roma tínhamos feito uma preparação para a missão onde nos ensinaram um novo modo de ser missionário: não levar nada, ou seja: lembraram-nos a palavra do próprio Jesus: “não leveis muitas coisas”. Vínhamos fundar a primeira comunidade em Angola (Luanda). Não tínhamos casa e nada do que compõe uma casa. Tínhamos a nossa mala de 20 quilos com roupas pessoais, um sacrário, uma imagem de Nossa Senhora Auxiliadora e cada uma a sua Bíblia e as Constituições do nosso Instituto.

Chegamos em um país que estava em guerra havia 10 anos (desde quando deixara de ser colónia de Portugal) e que tinha assumido o regime Comunista. Éramos todas professoras, mas devido ao regime, não aceitaram religiosas nas escolas. As escolas religiosas e os seminários tinham sido tomados pelo estado. Começamos a trabalhar junto dos salesianos na Paróquia S.Paulo em Luanda. Só eram permitidos trabalhos pastorais e dentro das paróquias ou capelas.

Deus ia à nossa frente: como havia multidões (não estou a exagerar) de crianças e jovens, nossos destinatários por carisma, começamos a investir todo o nosso tempo, forças, criatividade na catequese, nos grupos juvenis, nos oratórios, nas atividades promocionais: costura, bordado, artesanato, datilografia, teatro. QUE REVOLUÇÃO!!!

Era apenas o começo, não dá para contar tudo. Mas os milagres se sucederam, a língua comum nos ajudava, a adesão do povo, dos jovens, a fraternidade e ajuda dos bispos que nos acolheram, a fraternidade dos missionários que já estavam e nos apoiavam, experimentamos na pele o “vede como se amam”, a nossa união com as populações, o investirmos tudo para o povo angolano, nos fizeram felizes pelo grande acolhimento que percebíamos. Os obstáculos eram superados, muitos benfeitores de outros países nos ajudavam na alimentação, na aquisição de material para a pastoral e foi possível crescer, criar melhores condições.

Ficamos 20 anos em guerra, pisamos minas e vimos obuses caírem a metros de nós, mas Deus nos livrou de todos estes leões modernos.

No dia 24 de Outubro abriremos as grandes celebrações dos nossos 25 anos de presença salesiana nestas terras. Temos cinco casas-comunidades, somos 27 irmãs de 9 nacionalidades, 10 são angolanas e já recebemos voluntários de várias nacionalidades.

Qualquer curiosidade é só perguntar…

Um grande abraço.

Ir. Graça (FMA)

No mês que a Igreja dedica às missões, Somos Servos recebe de Deus um lindo presente! O testemunho de amor e bravura vivido por servas fiéis. Ir. Graça é religiosa missionária, e como você leu vive na África, a serviço do Reino! Conheceu o blog quando buscava reflexões sobre a palavra de Deus na internet! E dedica a cada um de nós o testemunho de que Deus cumpre o que promete.
Obrigada Ir. Graça! Seu testemunho causa encanto e ardor missionário em todos nós! Que o Senhor da Vida derrame sobre sua comunidade e sobre todo o povo africano Suas bençãos de amor e ternura.
Domingo, dia 21 de outubro, é o Dia Mundial das Missões! Você já pensou em como vai viver este dia?
Paz queridos irmãos!

O SILÊNCIO E A INCLINAÇÃO II

Falei ontem sobre o silêncio, hoje quero falar sobre a inclinação, uso esse termo por ser o que o autor (José Aldazábal Larrañaga) usa quando fala sobre a reverência devida no momento da comunhão. Comenta o autor:
Onde antes, em vários momentos, falava de "debita reventia", agora especifica que se faça uma "profunda inclinatio". Por exemplo: "Os que não podem ajoelhar-se na consagração, farão uma profunda inclinação (nº 43).

Agora me vem a pergunta, quem se inclinará? Com todo esse relativismo que impregnou a nossa sociedade e mesmo os cristãos católicos, onde a visão do sagrado está como que escondida por um véu. Onde estão os profetas dessa geração para nos mostrar a mão de Deus?

Profetas nós temos, são os melhores diga-se de passagem, verdadeiros pastores, sinais vivos de que os conselhos evangélicos são possíveis de se realizar, basta uma palavra deles e tudo se transformará, resta uma esperança! Queridos Pais, gritem como o profeta Jonas, clamem por um sinal do céu como Elias, mas principalmente, mostrem o Cordeiro de Deus como João, o Batista.

Para os que conseguem ir mais adiante na experiência do sagrado, fica esse chamado, devemos silenciar e inclinar nosso corpo e coração diante daquele que é a Verdade, o único que pode retirar o véu da nossa vista para enxergarmos a "vida futura". Somos profetas também, da Eucaristia com certeza.

Graças se dêem a todo momento, ao Divino e Santíssimo Sacramento!!!

O SILÊNCIO E A INCLINAÇÃO

Estou lendo o Comentários a Instrução Geral sobre o Missal Romano – Terceira Edição de José Aldazábal Larrañaga, salesiano e professor na Faculdade de Teologia da Catalunha, o que me chamou mais atenção nesse livro é a forma simples e ordenada com que o autor apresenta os seus comentários, claro que os livro produzidos por autores brasileiros são muito bons também.

Mas quero falar sobre dois pontos que me parecem relevantes, pelo menos para mim, o silêncio e a inclinação profunda antes da comunhão. Falarei primeiro sobre o silêncio. Diz o autor:

A importância do silêncio ao longo da celebração ficou, agora, notavelmente destacada.Com freqüência, recomendam-se observar breves momentos de silêncio, para que possamos assimilar com profundidade a Palavra, ou para personalizar a oração, ou para prolongar um clima de recolhimento e paz, o momento culminante da comunhão. Tais momentos de silêncio dão à celebração um ritmo sereno, que permite a todos ir sintonizando com o que celebram, ouvem e dizem. (p. 25).

Acrescenta ainda o autor sobre o nº 56 da nova Instrução :

Na nova edição, há um número completamente novo referente ao silêncio na celebração da Palavra da missa: sua motivação é para que, “sob a ação do Espírito Santo, acolha-se no coração a Palavra de Deus e prepare-se a resposta pela oração”.

Nós da RCC, onde muitos acreditam ser o barulho a nossa maio motivação, temos como prática esse silêncio, embora não tão usado por conta da má formação dos ministérios de música.

Em particular esse silêncio me faz sair do ambiente urbano da agitação do cotidiano e entrar verdadeiramente no ambiente sagrado. É como voltar para caverna de Elias e esperar o Senhor se manifestar. E posso assegurar que no silêncio daqueles segundos da missa, a epifania é tão surpreendente quanto foi a de Elias.

16 de outubro de 2007

Não dá mais pra voltar




Desligue o fundo musical e aprecie esse vídeo!

A única segurança

Assim diz Javé: maldito o homem que confia no homem e que busca apoio na carne, e cujo coração se afasta de Javé. Será como a árvore solitária no deserto, que não chega a ver a chuva: habitará no deserto abrasador, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia em Javé, e em Javé deposita a sua segurança. Ele será como a árvore plantada à beira d'água e que solta raízes em direção ao rio. Não teme quando vem o calor, e suas folhas estão sempre verdes; no ano da seca, não se perturba, e não pára de dar frutos.

Jeremias 17,5-8


Que linda lição nos deixa o profeta! Em meio as dificuldades ser como árvore plantada a beira d'água que solta raízes em direção ao rio!

Que nossas raízes possam te alcançar Senhor Jesus, e que nossa seiva se renove a cada dia diante do teu amor que nos inspira e fortalece!

Obrigada Senhor! Para sempre serás o nosso Deus, e nós para sempre seremos o teu povo!

Muita paz queridos irmãos!

Petrus Eni - Busca Católica

Petrus Eni - Busca Católica

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"Somos Servos"
In Domina Nostra

"O Grande Sinal"

Nunca aconteceu um derramamento tão grande do Espírito Santo como o que estamos presenciando hoje.
Em pentecostes houve o grande derramamento, isso é indiscutível. Mas hoje o Senhor está derramando o seu Espírito em toda a face da terra. Não há uma nação, um país ou um lugar sequer deste mundo, nos vários continentes, em que Ele não esteja sendo derramado. Pessoas de todas as raças, línguas, idades, estão recebendo essa graça. São adultos, velhinhos, jovens, crianças... São ricos e podres, sábios e ignorantes, bons e também os maus.
Deus está buscando os desviados, os corruptos, os viciados em droga, em bebida alcoólica, os pais irresponsáveis, os maridos infiéis, os adúlteros e todos aqueles que se perderam pelo caminho, e sobre eles têm derramado o Espírito Santo e os transformado:
"Com efeito, o filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido" (Lc 19,10).
Estamos vivendo aquela parábola: o pai dá uma festa de casamento para seu filho e manda chamar os convidados, mas estes dão desculpas e não vão. Então, muito entristecido, manda seus servos irem pelas estradas, ruas, encruzilhadas e chamar a todos, sem exceção, e diz:
"Chamem os coxos , os cegos, os mancos, os podres, os esfarrapados, os doentes...chamem a todos, sem exceção". E até disse: "Chamem a todos, bons e maus"( cf. Lc 14,21-23; Mt 22,8-10).
Isso nos causa espanto, pois mandou chamar bons e maus. E os servos assim fizeram. Vendo que ainda havia lugar, o senhor ainda fizeram. Vendo que ainda havia lugar , o senhor ainda mandou seus servos uma segunda vez, e inclusive disse: "Obriguem a entrar" . Nós entendemos essa expressão, obriguem, como "forcem a entrar": os servos foram e insistiram tanto, que todos acabaram entrando na sala do banquete.
É isso que Deus está fazendo, hoje, conosco. Nós não somos os primeiros convidados, pelo contrário, fomos tirados da sarjeta, da rua. Fomos buscados pelo Senhor até mesmo nas latas do lixo deste mundo. O senhor nos buscou, retirou, purificou, nos deu vestes novas, derramou sobre nós o espírito Santo. Se hoje seguimos por Seu caminho, precisamos nos alegrar.
Essa graça, assim como os ensinamentos do Senhor, a sua palavra, as revelações particulares, especialmente as de Nossa Senhora, têm mostrado que o Senhor está próximo. Ele virá agora, em nossos tempos, no meio da noite, e haverá de intervir na face da terra para lavar, limpar e instaurar seu Reino aqui, inaugurando céus novos e uma terra nova, um povo, uma nova civilização .
Não tenho dúvida de que a parábola das virgens não fala simplesmente de vigilância, mas também do derramamento do Espírito Santo. Todos precisam tê-lo, e em abundância. Não basta ser cristão comum... É preciso estar repleto do Espírito Santo, encharcar-se n´Ele , e tê-lo também de reserva . Porque o dia em que o Senhor virá está próximo.
A respeito de vigilância, o Senhor fala:
"Mas este dia e esta hora, ninguém os conhece, nem os anjos do céu, nem o filho, ninguém senão o Pai, e só ele" ( Mt 23,36).
Se não sabemos o dia em que o Senhor virá - e não há como, porque nem mesmo Jesus ou os anjos o sabem - , temos de vigiar. A esse respeito, o Senhor diz:
"Tal como os dias de Noé, assim será a vinda do filho da homem; pois assim como, naqueles dias antes do dilúvio, comia- se e bebia- se, casava-se e dava- se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e de nada se suspeitava até que veio o dilúvio que os levou a todos, tal será a vinda do filho do homem. Então, dois homens estarão no campo: um será tomado. O outro será deixado; duas mulheres a moer na mó: uma será tomada, a outra será deixada. Vigiai, pois, porque não sabeis o dia em que vosso Senhor virá. Vós bem sabeis: se o dono da casa soubesse em que momento da noite ia chegar o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a parede de sua casa. Eis por que, também vós, estai preparados, pois numa hora que não pensais é que vem o filho do Homem"( Mt 24,37-44).
Infelizmente, muitos cristãos, muitas pessoas da igreja serão surpreendidas pela vinda do filho do homem. Digo sem receio: somos poucos pregando sobre a sua vinda, e temos pregado muito pouco. Se pregamos mais é porque, infelizmente, os outros não o estão fazendo. Muitos cristãos vão ser surpreendidos como aconteceu no tempo de Noé. Infelizmente!
Essa não é a vontade da Senhor. Ele gostaria que todos estivessem preparados, prontos. Que tivessem não somente suas lamparinas cheias de óleo de reserva.
Ainda há muito trabalho e muito anúncio por se fazer, porque o dia da Senhor está se aproximando. Ele está mais próximo, hoje, que no mês passado. O Senhor está muito mais perto, neste momento, do que há um ano. E o tempo está voando.
Preste atenção neste versículos:

"Vigiai, pois, porque não sabeis o dia em que vosso Senhor virá. Vós bem sabeis: se o dono da casa soubesse em que momento da noite ia chegar o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a parede de sua casa. Eis por que, também vós, estai preparados, pois numa hora que não pensais é que vem o Filho da Homem. Qual é, pois, o servo fiel e prudente que o senhor constitui sobre a criadagem de sua casa para lhes dar o alimento no tempo oportuno? Feliz desse desse servo , que o seu senhor, ao chegar, encontrar ocupado em tal serviço" (Mt 24,42-46).
O Senhor, nessa passagem, fala bem claro da necessidade de vigilância, ao se referir ao servo fiel. Mas, a partir do capítulo 25, passa a ressaltar a necessidade de sermos como as virgens prudentes. É necessário que, quando o Senhor vier, sejamos encontrados cheios do Espírito Santo para entrar em seu Reino. Os outros, infelizmente, vão sair correndo e tentar, mas já será tarde.
Algo nos intriga nessa parábola: as virgens prudentes foram cruéis, não demonstraram amor por suas companheiras. As coitadas não tinham óleo, e aquelas poderiam ter dado um pouquinho do seu a elas... Mas foi o próprio Jesus quem contou desse jeito. Isso significa que quando o esposo chegar e for dado o grito: "o esposo chegou! Venham, acendam as lâmpadas, entremos com Ele!", não vai mais dar tempo. Quem tiver, muito bem! Para os outros, o tempo já terá passado.
O momento de receber a graça de derramamento do Espírito é agora. E isso vale para todos! Por um lado, precisamos estar cheios do Espírito Santo, por outro precisamos levá-lo aos outros - outro motivo por que devemos ter uma "reserva de óleo".

Pe Jonas Abib (Comunidade Canção Nova)

Do Livro: Céus Novos e uma Terra Nova

15 de outubro de 2007

Padre Zezinho

Vamos preparar o caminho do Senhor!

De nada adianta você investir vida, trabalho, luta, dinheiro para deixar uma herança para o seu filho; a única herança que você pode e deve lhe dar é a salvação! Não vai adiantar você se preocupar com o futuro do seu filho, da sua filha, porque o tempo é muito curto. Não estou falando de fim de mundo, mas da grande perseguição que antecede a vitória de Jesus. Estou falando do momento em que as portas serão fechadas para o Evangelho e o anticristo vier com toda força.

Tudo o que está nas Cartas de São Paulo, especialmente na Primeira e na Segunda Carta aos Tessalonicenses; o que está na Carta de São Pedro; no Apocalipse, tudo isso vai acontecer muito em breve, em nossa geração. Já vemos muitas coisas ocorrendo.

Nós somos a geração bem-aventurada. Não devemos temer, pois isso é uma grande honra para nós. Se é bonito construir os alicerces de uma casa, muito mais ainda é dar o acabamento à obra de Jesus. O sofrimento que já tivemos, o que estamos tendo e aquele que ainda teremos servirão para nossa purificação e têmpera.

"Quando virdes essas coisas acontecerem, levantai a vossa cabeça a alegrai-vos, pois a vossa libertação se aproxima" (Lucas 21,28).

Por isso é que fomos escolhidos e estamos sendo capacitados pelo Senhor, pois ainda não estamos preparados. E só pelo poder e pelo derramamento do Espírito Santo é que poderemos ser mudados, deixando a mentalidade e as práticas mundanas e pagãs, para começarmos a agir, de fato, como cristãos. Somente assim conseguiremos mudar o mundo e – como Abraão, Moisés, Isaías, São João, São Pedro e São Paulo Apóstolos, entre tantos outros santos e mártires – preparar o caminho do Senhor. Mãos à obra!

seu irmão,

Padre Jonas Abib (Comunidade Canção Nova)

14 de outubro de 2007

Somos Servos no Orkut

Você participa do orkut?
Participe da comunidade "Somos Servos"

Grupo Somos Servos


Devo anunciar a Boa Notícia do Reino de Deus também às outras cidades, porque para isso é que fui enviado. Lc 4,43


A palavra de Deus é o maná que vem do céu e fortalece nosso espírito para a missão de evangelizar! Jesus não escolhe para missionário esse ou aquele, mas todos os que se deixam conquistar pelo Seu amor incondicional.


Um lindo exemplo de que para ser missionário não há lugar, tempo ou idade são os jovens do Grupo de Música Somos Servos, que com sua juventude anunciam o Reino de Deus corajosamente através do canto e do serviço.

Parabéns Somos Servos! Que sua voz ecoe pelos quatro cantos da terra as maravilhas que o Senhor realiza em nós. Que Deus acrescente ainda mais os dons que já lhes deu!


Paz irmãos!


Círio de Nazaré

:: Confira aqui o site sobre o Círio de Nazaré ::

13 de outubro de 2007

28º Domingo do Tempo Comum

14 de outubro

+ Verde. 28º DOMINGO DO TEMPO COMUM
4ª semana do Saltério.
Ofício dominical comum.
Missa pr: Gl, Cr, Pf dos domingos cms.

Leituras:
2Rs 5, 14-17;
Sl 97 (98), 1. 2-3ab. 3cd-4 (+ cf.2b);
2Tm 2, 8-13
Lc 17, 11-19 (Cura de dez leprosos)

11 de outubro de 2007

Por que os católicos veneram a Virgem Maria?

Porque Deus a escolheu para ser a Mãe de seu Filho, Jesus. O amor e a veneração pela Mãe do Filho de Deus encarnado já são mencionados no Evangelho; ela mesma disse: "Todas as gerações me chamarão bem-aventurada" (Lc 1,48). Demonstramos nosso amor à Virgem Maria nas festas que a Igreja celebra em seu louvor ou quando rezamos o Rosário, contemplando Jesus com Maria. Mas também a cada dia, quando nos dirigimos a ela pedindo seu auxílio, quando rezamos com amor a "Ave Maria", quando colocamos sob sua proteção materna nossa vida. Em sua primeira parte, a oração da "Ave Maria" tem fundamento bíblico, pois contém as palavras do Evangelho (cf. Lc 1, 28.42)
Adoramos somente a Deus. A Maria dedicamos especial amor, a imitação, o respeito e a confiança que seu próprio Filho, Jesus, lhe dedicou. Ela é a criatura que está mais próxima do Senhor. Ela é a primeira criatura plenamente glorificada, sinal concreto da eficácia da salvação de Jesus Cristo na nossa humanidade. Venerar Maria significa professar a nossa fé na poderosa realização da Páscoa de Jesus Cristo em nós, criaturas e filhos. Ela se interessa por nós, ama-nos como a filhos queridos, pois o próprio Jesus nos confiou a ela: "Mulher, eis o teu filho" (Jo 19,26). Temos especial carinho por Maria, em obediência a Jesus e por fidelidade ao Evangelho: "Filho, eis aí tua mãe" (Jo 19,27). Por isso podemos dirigir-nos a ela confiando em sua intercessão materna em todas as nossas necessidades.
Jesus mesmo mostrou como lhe agradava a intercessão de Maria quando, por ocasião das Bodas de Caná, a pedido dela, realizou o primeiro sinal (cf. Jo 2,1-11). Quanto mais assemelhados a Cristo, tanto mais os cristãos devem nutrir os sentimentos de veneração e estima filial que Jesus nutria para com sua mãe.
do livro Sou católico: Vivo a minha fé / CNBB, capítulo V
Fomos escolhidos por Jesus para amar e ser amados por Maria!
Viva Nossa Senhora Aparecida!
Paz queridos irmãos!

Mensagem para o dia mundial das Missões

Confira aqui!

Campanha missionária 2007

Refletindo sobre o evangelho

Jesus continua o seu caminho para Jerusalém. Neste caminho Ele passa entre a Samaria e a Galiléia (Lc 17,12) e encontra com os 10 leprosos que vieram ao seu encontro. Pela própria situação da doença, eles eram obrigados e viver fora da cidade e longe do contato com as pessoas (Lc 17,12; Lv 13,46). A lepra era uma doença que deixava uma marca profunda na vida da pessoa. Era considerada um castigo de Deus. Os leprosos eram obrigados a gritar para todos a sua própria realidade. O Livro do Levítico afirma: “Quem for declarado leproso, deverá andar com as roupas rasgadas e despenteado, com a barba coberta e gritando: Impuro! Impuro!” (Lv 13,45). Entre os 10 leprosos havia um samaritano (Lc 17,16). O relacionamento entre os judeus e os samaritanos não era muito bom. Mas aqui estão juntos e unidos, pois a própria situação de desgraça muitas vezes serve para unir as pessoas, ainda que inimigas.

Neste encontro com Jesus, os 10 leprosos, a certa distância, pararam e gritaram: “Jesus, mestre,tem compaixão de nós” (Lc 17,13). Jesus escuta os seus clamores, principalmente daqueles que sofrem uma doença, sobretudo uma doença, que segundo a Lei, deveriam viver fora do convívio social. E responde: “Ide apresentar-vos aos sacerdotes” (Lc 17,14).

“Enquanto caminhavam, aconteceu que ficaram curados” (Lc 17,14). A cura acontece “enquanto caminham”. Este detalhe também é importante, pois se insere na longa viagem de Jesus a Jerusalém, onde será morto e ressuscitará e os discípulos teriam que fazer uma opção clara por Ele. Neste caminho os leprosos ficam curados da lepra. Somente o samaritano, considerado estrangeiro, percebendo a realidade de sua cura volta para agradecer a Jesus e dar glórias a Deus. Aproximando-se de Jesus atirou-se aos seus pés e lhe agradeceu (Lc 17,16). De fato, Jesus diz para ele: “Levanta-te e vai! Tua fé te salvou” (Lc 17,19). Lucas quer manifestar a alegria da cura com a expressão: “voltou glorificando a Deus com voz alta” (Lc 17,15). No seu Evangelho, a expressão “dar glória a Deus” é característica dos pobres que Jesus encontra em seu caminho, libertando-os da marginalidade e promovendo a dignidade humana (cf. 2,20: os pastores; 5,25: o paralítico; 13,13: a mulher encurvada; 18,43: o cego de Jericó; 23,47: o oficial romano).

No livro dos Reis, iremos encontrar a experiência de Naamã, que através do rito de mergulhar-se no Rio Jordão, ficou curado e purificado de todos os males (2Rs 5,14), depois volta para agradecer e reconhece que “não há outro Deus em toda a terra” (2Rs 5,15).

Um dado importante: na liturgia desta 28ª semana do Tempo Comum duas experiências bíblicas mostram como os enfermos buscavam a cura em pessoas denominadas “homens de Deus”. Assim aconteceu com Naamã 2Rs (5,14-17) e com os 10 leprosos (Lc 17,11-19). Naamã obedeceu “conforme o homem de Deus tinha mandado” (2Rs 5,14); no evangelho, os leprosos gritaram a Jesus, “homem de Deus”, suplicando a cura e compaixão (Lc 17,13).
O encontro com Deus, a experiência de ter sido tocado por Ele, através de um rito – banhar-se no rio (2Rs 5,14) – e, no caso de Jesus, – fazer uma caminhada (Lc 17,14) – despertam duas linhas de reflexão:

1. A primeira é a desconsideração dos que não voltam. Acreditavam que Jesus os poderia ajudar como de fato aconteceu, mas não se deram contam que Ele poderia transformar suas vidas, favorecendo neles a saúde espiritual, pilar de equilíbrio na existência humana.

2. A segunda linha está à resposta da fé, demonstrada pelos dois leprosos estrangeiros que foram curados, e expressam um reconhecimento de ação de graças, com ritos de adoração: Naamã volta e leva terra para adorar ao Deus verdadeiro, pois acreditava-se que Deus estivesse localizado num país (2Rs 5,15), e a prostração do samaritano curado aos pés de Jesus (Lc 17,16), reconhecendo que somente Deus é capaz de purificar totalmente, no corpo e no espírito.
A adoração, tanto da parte de Naamã como do samaritano são respostas concretas de quem reconhece que Deus age na vida e com ritos do cotidiano; não pagam com dinheiro, mas pela adoração. Adorar torna-se conseqüência de quem se encontra existencialmente com Deus, sem buscar ritos vistosos, mágicos, teatralizados ou teofânicos, mas através da simplicidade do rito de um banho ou de uma caminhada ao Templo. Deus não precisa de exageros para curar, apenas da fé de quem o busca para ser curado.

(enviado por frei João)

9 de outubro de 2007

Que droga é essa? A dependência pode começar com uma cervejinha inocente...

Os especialistas afirmam que em nenhum período da história houve uma civilização livre das drogas. Na antiguidade egípcia se comia ópio, na Grécia o vinho era cultuado, índios cantam e dançam em rituais regados a plantas alucinógenas. As drogas permitidas em nossa sociedade, como a bebida, são consumidas por bilhões de seres humanos; já as proibidas, como a maconha e a cocaína, prosseguem fazendo suas vítimas, sobretudo entre os jovens.

Milhões são gastos para reprimir o comércio das drogas ilegais e muito mais para conscientizar seus efeitos devastadores ou recuperar os que se viciaram. Os males relacionados ao uso de drogas são amplamente conhecidos.

Por que mesmo assim, as drogas continuam a exercer tanto fascínio? Por que atraem mais e mais jovens num tempo de tanta informação?
Eles respondem, e o caminho percorrido na Fazenda da Esperança confirma isso: os motivos são tantos quantos forem os homens e mulheres que experimentam. Porém, algumas razões são mais bem identificadas: a perda de sentido da vida, a desagregação familiar, a falta de valores e referenciais sólidos.

Droga, num sentido amplo, é qualquer substância capaz de exercer influência sobre o organismo. Vai desde um antigripal até as chamadas drogas psicotrópicas ou psicoativas – palavra originária do grego que pode ser traduzida como “aquilo que age sobre a mente”. São substâncias que alteram os sentidos, induzem à calma ou à excitação, potencializam as alegrias, as tristezas, a depressão e a fantasia. Em alguns casos, levam à alucinação, ou como se diz, dão “barato”.

O contato com a droga acontece cada vez mais cedo. Na rua, na noite, no colégio, em casa. Algumas substâncias ilegais aparecem com freqüência em campanhas de combate às drogas, tais como maconha, cocaína, êxtase. Outras como o álcool e a nicotina (presente nos cigarros) são de uso quase livre e muitas vezes o primeiro contato acontece em casa, com a família. Há também as drogas chamadas “invisíveis”, porque seu consumo entre os jovens raramente é discutido, sendo remédios calmantes e moderadores de apetite, que, muitas vezes, com receita médica acabam sendo usados indiscriminadamente por meninos e meninas em busca de sensações diferentes. Muitos jovens fazem uso de colas e solventes presentes em tantas despensas domésticas.

Assim como a religião, as drogas atendem a uma necessidade primordial do ser humano que é sair de sua própria consciência, transcender o cotidiano. A diferença principal está no fato de as religiões sempre controlarem o uso de suas "drogas", dando-lhes a dimensão do sagrado. Hoje, as substâncias entorpecentes são usadas, sobretudo, para fugir da realidade e evitar as lutas e embates em uma sociedade claramente desumanizadora e sem Deus. O jovem se embriaga para esquecer dos problemas; fuma para relaxar; cheira cocaína para trabalhar; engole tranqüilizantes para a "dor-de-cotovelo" e, pouco a pouco, se torna dependente.

A dependência pode começar com uma cervejinha inocente, ou um cigarro de maconha. Pode ser que não aconteça esta dependência, mas após muitos anos de uso de cocaína, sim, acontecerá. Mas, como numa roleta russa, ao experimentar uma droga, qualquer uma, o jovem dificilmente saberá se a "bala está na agulha". Pois o "disparo", ou seja, a dependência, tem mais chance de acontecer com algumas drogas e menos com outras, mas a verdade é que o risco de ser atingido é real e muitos têm sido alvejados e as conseqüências são trágicas.

A Fazenda da Esperança tem testemunhado essa realidade ao acolher filhos e filhas desfigurados pelas drogas. Convencidos de que Deus é a resposta, cantamos com todos os jovens celebrando o Dia Nacional de Combate ao Fumo e o Dia Nacional da Saúde:

"Deixar toda tristeza, dor angústia e solidão.
Num grande e forte abraço perdoar sem restrição
Não importa o teu passado... O ontem nunca vai voltar
Vivendo o teu presente, o teu futuro é Deus quem dá.
Ò meu irmão eu digo, vem cantar comigo.
Jesus Cristo na Fazenda nossa vida quer mudar."

Padre Vicente, SCJ

8 de outubro de 2007

Refletindo sobre o evangelho

O Evangelho deste 27º Domingo do Tempo Comum situa no contexto do grande caminho de Jesus até Jerusalém. Nestes últimos domingos o Evangelho nos convidou a refletirmos sobre o perigo de colocar a segurança existencial em torno das riquezas e as “idolatrias do mercado”. Neste sentido, a liturgia deste domingo quer chamar atenção para a importância da fé como fundamento da vida cristã, a resistência aos apelos de um mundo que prega o “ter” acima do “ser” e a criação de condições visando a uma mentalidade servidora e fraterna na comunidade e na sociedade.

O texto do evangelho começa com uma súplica dos Apóstolos: “Senhor, aumenta a nossa fé!”. É bom lembrar que os Apóstolos estão caminhando com Cristo para Jerusalém. Neste itinerário, tiveram várias experiências e puderam fazer um discernimento e confrontar a própria vida, principalmente na atitude de seguir o Mestre. Certamente neste caminho difícil do discipulado eles estão sentindo o peso deste seguimento: estão vacilando, estão cansados e sentem a tentação de voltar atrás e de não estar mais com o Ele. Perceberam que a fé tinha que amadurecer. O que significaria este amadurecimento da fé em Jesus? Trata-se, antes de tudo, de autenticidade e lealdade para com Deus (= fidelidade / fé). Contudo, a adesão a Jesus implica a realidade de uma fé profunda, que se expressa na plenitude do amor. O Mestre responde que não se trata de ter “mais” ou “menos” fé. Não é questão de quantidade de fé, mas de qualidade. Ela deve ser genuína, como a semente que traz em si todas as potencialidades da árvore. A fé deve ser sempre aprofundada, alimentada, rezada, incorporada na vida; não deveria ser condicionada pelos contratempos da vida, situações pessoais que nos deixam “pra baixo”, situações externas da vida em comunidade.

Seria muito bom poder expressar a nossa fé só nos momentos alegres e festivos, nos momentos de sucessos e conquistas, nos momentos onde tudo está caminhando bem. Porém, como os Apóstolos, a comunidade cristã está a caminho de “Jerusalém”. E nesta caminhada muitas coisas (boas e ruins / encontros e desencontros) acontecem. A fé que recebemos de Cristo é um presente que precisamos cuidar. Muitas vezes precisamos resistir para não cairmos na tentação de desistir, de “abandonar o barco”, de deixar tudo e seguir outros caminhos que não os de Cristo e do Evangelho. A fé profunda pode ajudar a crescer na dimensão humana e espiritual; pode também ser utilizada como Remédio para superar as crises da Comunidade. E se for autêntica, mesmo pequena, poderá superar os maiores obstáculos.

Jesus, percebendo a inquietude dos Apóstolos, respondeu: “Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como um grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: arranca-te daqui e planta-te no mar, ela vos obedeceria.” (Lc 17,6).

Então o que seria a fé?

a. Um DOM GRATUITO DE DEUS... (que não conquistamos por nossos méritos...). - Exige de nossa parte UMA RESPOSTA VIVA E ATUANTE. O apóstolo São Tiago afirma: "A fé sem obras é morta". (Tg 2,17). Fé e ação devem andar sempre juntas. A fé, mesmo pequena, cresce e torna-se forte pelo cultivo da oração, da participação ativa na comunidade, pela prática da caridade, da justiça e pela vivência fraterna e solidária.

b. Não é apenas uma ADESÃO INTELECTUAL a umas verdades aprendidas na catequese, a uns ritos de religiosidade popular... Não é um recurso para conseguir determinadas coisas...

c. É, antes, uma ADESÃO DE VIDA ao Projeto de Deus. Um encontro pessoal com Deus, em Jesus Cristo. É aceitar realizar o plano de Deus em nós, fazer a vontade de Pai... É olhar o mundo, os acontecimentos, as pessoas com o olhar de Deus, com o olhar do Evangelho, com o olhar de “Discípulos e Missionários” de Jesus...

d. É uma ENTREGA TOTAL E GRATUITA... sem esperar direitos e privilégios. Nosso serviço e nossa fidelidade a Cristo são de filhos e não de assalariados. De fato, o Senhor não quer “funcionários”, e sim Discípulos que fazem uma opção definitiva por ELE e por Seu projeto de evangelização.

(enviado por fr. João)

7 de outubro de 2007

As duas rosas

São duas rosas unidas,
São duas flores nascidas
Talvez no mesmo arrebol.
Vivendo no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.

Vivendo... bem como as penas
Das duas asas pequenas
De um passarinho no céu.
Como um casal de rolinhas
como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.

Vivendo, bem como os prantos
Que em parelhas descem tantos
Das profundezas do olhar.
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.

Vivendo... ai, quem pudera,
Numa eterna primavera,
Viver qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e floria,
Na verde rama do amor.

Castro Alves
(enviado por Heloneyda)

6 de outubro de 2007

27º Domingo do Tempo Comum

Dia 7 de outubro

+ Verde. 27º DOMINGO DO TEMPO COMUM.
3ª semana do Saltério.
Ofício dominical comum.
Missa pr: Gl, Cr, Pf dos domingos cms.

Leituras:
Hab 1, 2-3; 2, 2-4;
Sl 94 (95), 1-2. 6-7. 8-9 (+ 8);
2Tm 1, 6-8.13-14
Lc 17, 5-10 (Fé humilde).

5 de outubro de 2007

Drogas - O pior não é a morte, mas sim a morte que experimentamos em vida

Droga é tudo aquilo que priva da vida. As drogas não trazem a morte. Elas são a morte. Uma vez ouvi alguém dizer que o pior não é a morte, mas sim a morte que experimentamos em vida. É isso que fazem a maconha, cocaína, cigarro, álcool e afins, e mesmo outras coisas, como a sexualidade desregrada, a novela, remédios, anabolizantes, etc. Vende-se um ideal de falsa alegria ou falsa paz, que bem devagar vão desgastando o sujeito, impedindo-o de se conhecer, de desfrutar as possibilidades que a vida oferece, enfim, vai se matando a esperança.E há tanto a esperar da vida! Mas usamos as dificuldades, os conflitos como desculpas por um modo de vida “mais fácil”. Trocamos nossa liberdade por comodidades. Pior ainda é quando se abre mão dessa liberdade apenas por uma mera curiosidade.

Mas como se perde essa liberdade? Quantas vezes, usando drogas, você perdeu a oportunidade de descobrir aquilo que realmente te faria escolher teu caminho: tua força, tua capacidade, teu potencial? Quantas vezes você deixou sua vida ser decidida por aqueles que alimentam seus vícios? Quantas vezes mudamos nossa rotina, ou prejudicamos nossos contatos afetivos por causa do horário de uma novela, ou da necessidade de fumar um cigarro? Quem está decidindo a sua vida? As coisas que você faz são dirigidas a uma meta, a se tornar uma pessoa melhor a cada dia, ou você se deixa levar pela “fissura”, pelo efeito que a droga produz?

A incapacidade de fazer escolhas, e conseqüentemente de controlar o que se faz, te torna uma pessoa compulsiva. Você não consegue mais ficar sem um “trago”, não consegue perder o capítulo de uma novela, não consegue decidir o que é melhor na tua vida afetiva por causa de uma dependência sexual.

Já parece não haver mais esperança de vida sem aquele vício. E o pior, é que tudo aquilo que você faz, você se justifica por aquilo que sente; só consegue se relacionar com as pessoas a partir da “segurança” que a droga oferece; diz que ninguém tem nada a ver com sua vida, e começa a experimentar o pior prejuízo que a droga traz: a solidão.

Como sair dessa? Em primeiro lugar, é preciso uma decisão radical de romper com o vício, com a escravidão. Para isso, é preciso mudança de vida. É preciso quebrar a autosuficiência, arrepender-se, ter humildade, submissão, disciplina, entrega, e principalmente, acreditar em Deus. O trabalho feito a partir da tradição dos grupos de “Anônimos” (AA, Fazenda da Esperança, etc.) indica algumas medidas importantes, estruturando esses passos através da promoção de uma reconciliação com Deus, consigo mesmo e com os outros. A decisão, no entanto, precisa ser radical. A recompensa? A esperança, a vida, a liberdade. A certeza de que o melhor da vida ainda está por vir.

Que tal agora pensarmos nos vícios que fazem parte da sua vida? Cocaína? Maconha? Álcool? Cigarro? Remédios? E se você acha que não é viciado, apenas usuário, vale a pena lembrar a atitude de auto-engano e justificação contidos na frase “quando quiser, eu paro”, usada por tantos que hoje precisam da nossa ajuda e nossas orações. Pelo que você acha mais importante viver: Pelos enganos oferecidos por esses meios de entorpecimento da vida, ou pela esperança de viver a vida que Deus sonhou para você? Lembre-se: Jesus quer te dar a vida, e vida em abundância.


Cláudia May Philippi e Kleuton Izidio

São Francisco meu amigo


Francisco de Assis é um dos santos que adotei como padroeiro. Minha relação com São Francisco de Assis é intensa, sempre estou a procura de algo sobre sua vida, tento descobrir suas ações em relação a esse ou aquele acontecimento, como ele respondia as inquietações existentes naqueles anos de sua vida e da Igreja. Tudo isso é muito atual é sempre me ajuda a crescer.

O Santo da Alegria da simplicidade é assim que gosto de me recordar. Como é importante para o nosso crescimento espiritual buscar na simplicidade, não falo aqui da pobreza, que é outro maravilhoso tesouro em São Francisco, mas na atitude de sempre buscar não complicar a nossa relação com Deus e com o mundo.

São Francisco, quando era amaldiçoado pelo seu pai biológico, pedia a benção de um mendigo, assim restaurava sempre sua relação com o pai, e mais ainda, via no mendigo a presença de Deus-Pai. Quando não tinha um teto sobre sua cabeça, via no céu um telhado que nenhum rei possuía e tinha como cama o mundo inteiro. Via em cada pessoa o melhor delas e o bem que elas podiam fazer, mesmo sabendo de suas tendências ao pecado.

São Francisco, rogai por nós!!!

4 de outubro de 2007

Como é agradável viverem unidos!

Salmo 131
Vejam como é bom, como é agradável
os irmãos viverem unidos.
É como óleo fino sobre a cabeça,
descendo pela barba,
a barba de Aarão;
descendo sobre a gola de suas vestes
É como o orvalho do Hermon,
descendo sobre os montes de Sião.
Porque aí Javé manda a bênção
e a vida para sempre.
Dedico as palavra deste lindo Salmo a todos os servos e amigos do blog Somos Servos, pois não há benção maior na vida do cristão do que a amizade verdadeira que brota do coração de Deus e nos alcança através da caridade de Jesus!
Hoje nossa experiência fraterna compelta quatro meses.
Obrigada Senhor Jesus!
Paz queridos irmãos!

Tenho confiado em Deus ou em mim mesmo?

Deus tem o melhor para nós, Ele sempre tem...

É feliz quem na vida apreende com tudo o que ela proporciona, e quem consegue perceber nos fatos, nas alegrias e nas decepções, realidades que acrescentem positivamente ao próprio universo de compreensão a respeito da existência.

Em algumas situações parece que a vida nos “puxa o tapete”, quando vemos nossos sonhos e tudo o que construímos desmoronar. Tais situações podem nos ensinar muito, nos levando a compreender a vida de maneira mais autêntica e acompanhada por Deus.

Muitas vezes sentimos "sumir nosso chão" quando algo que desejávamos muito nos é tirado, e quando o que queríamos não acontece, porém, diante de tais situações é preciso que o coração questione se de fato, a realidade com a qual sonhávamos era o melhor para nós.

É difícil ver desmoronar nossos próprios projetos, mas esses são momentos privilegiados para constatarmos se esses eram verdadeiramente os sonhos de Deus para nós.

Deus sabe o que é melhor para nós, Ele consegue enxergar além do que conseguimos compreender, e quando entregamos a Ele as rédeas de nossa vida sua ação se faz real em tudo e através de tudo, nos retirando de caminhos tortuosos e nos conduzindo pela estrada certa, mesmo quando não somos capazes de perceber.

Muitas vezes construímos nossa história e pautamos nossas escolhas em ideais puramente nossos, nos amparando somente naquilo que são nossas convicções pessoais, sem submeter à Deus nossa vontade. Agindo assim corremos o risco de viver constantemente frustrados, em virtude de termos confiado em nossas próprias forças e não Naquele que verdadeiramente sabe do que precisamos.

Deus nos conhece melhor que nós mesmos, e Ele sabe o que de fato, nos realizará em nossa essência.

O cristianismo é um território onde a confiança se estabelece como “necessidade”, pois nem sempre é possível caminhar amparado pelas certezas nas quais desejaríamos ancorar nossa história.

A certeza que precisa ancorar nossos passos é aquela que brota confiança no Deus que cuida de nós e que sempre tem o melhor para nós, mesmo quando tudo parece escuro.

Deus sempre está agindo, nos moldando e nos fazendo melhores. É preciso que confiemos n’Ele e em Sua maneira de agir, e não somente em nossas potencialidades e convicções.

Deus tem o melhor para nós, Ele sempre tem... É preciso confiar e permitir que Ele conduza todas as coisas, pois Ele sabe o que é o melhor.

Adriano Zandoná

3 de outubro de 2007

A NECESSIDADE DO OUTRO


Após um longo inverno sem tempo para postagens volto para deixar claro o quanto sinto saudades de escrever nesse instrumento maravilhoso de divulgação.

Hoje quero falar sobre essa necessidade do “outro”, esse personagem importante na vida de cada um de nós, tão importante que tudo que nós temos para realizar ou ser realizado precisa do outro. Ele não tem nome, pode ser sua esposa, seu filho, seu pai, sua mãe, seus amigos de trabalho ou da igreja, pode ser aquele que você acredita ser seu inimigo, ele pode ser Deus.

Esse tema não é meu, assisti a essa palestra na TV Cultura em um programa sobre filosofia. Muito interessante mesmo.

Para resumir toda a palestra, o importante é que, hoje estamos ignorando o outro, criamos barreiras emocionais, físicas e sociais onde o outro é expulso das nossas vidas. Só que vale ressaltar que, tudo que precisamos para sermos homens e mulheres, cristãos e cristãs , cidadãos e cidadãs, filhos e filhas de um Deus que é amor, passa e existi na nossa relação com o outro.

Como não lembrar da parábola do bom samaritano, que Jesus usa pra resumir e explicar o mandamento de ouro, “amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de todas a tua alma, com toda a tua força e de todo o teu entendimento; e a teu próximo com a ti mesmo.” (Lc 10, 27). Tudo é uma questão de relacionamento. Mas como Deus conhecendo a substância de que somos feito, da nossa fragilidade em nos relacionar com Ele, torna-se visível e presente nesse outro tão próximo.

Por isso, quanto mais próximo do nosso próximo mais próximo de Deus. (Desculpem a redundância intencional)

2 de outubro de 2007

Anjo da Guarda


Santo anjo do Senhor

Meu zeloso guardador

Que a Ti me confiou

A Piedade Divina

Sempre me rege

Guarde

Ilumine





Amém




O nosso anjo da Guarda é um presente que o Papai do céu nos deu.
Não podemos esquecer de usá-lo.
Ore todos os dias pelo seu anjo da gurda e de seus filhos também.
Garanto a vocês Ele vai atender...
fiquem na Paz do Senhor

Anjos

60. Quem são os anjos?

328-333
350-351

Os anjos são criaturas puramente espirituais, incorpóreas, invisíveis e imortais, seres pessoais dotados de inteligência e de vontade. Estes, contemplando incessantemente a Deus face a face, glorificam-no, servem-no e são os seus mensageiros no cumprimento da missão de salvação, em prol de todos os homens.

61. Como é que os anjos estão presentes na vida da Igreja?

334-336
352

A Igreja une-se aos anjos para adorar a Deus, invoca a sua assistência e celebra liturgicamente a memória de alguns.



«Cada fiel tem ao seu lado um anjo como protector e pastor,
para o conduzir à vida» (S. Basílio Magno).


Extraído do Compêndio do Catecismo da Igreja Católica

1 de outubro de 2007

No coração da Igreja serei o amor

Da Autobiografia de Santa Teresa do Menino Jesus.


Meus imensos desejos me eram um autêntico martírio. Fui, então, às cartas de São Paulo a ver se encontrava uma resposta. Meus olhos caíram por acaso nos capítulos doze e treze da Primeira Carta aos Coríntios. No primeiro destes, li que todos não podem ser ao mesmo tempo apóstolos, profetas, doutores, e que a Igreja consta de vários membros; os olhos não podem ser mãos ao mesmo tempo. Resposta clara, sem dúvida, mas não capaz de satisfazer o meu desejo e dar-me a paz.
Preservei na leitura sem desenimar e encontrei esta frase sublime: Aspirai aos melhores carismas. E vos indico um caminho ainda mais excelente ( 1Cor 12, 31). O apóstolo esclarece que os melhores carismas nada são sem a caridade, e esta caridade é o caminho mais excelente que leva com segurança a Deus. Achara enfim o repouso.
Ao considerar o Corpo místico da Igreja, não me encontrara em nenhum dos membros enumerados por São Paulo, mas, ao contrário, desejava ver-me em todos eles. A caridade deu-me o eixo da minha vocação. Comprendi que a Igreja tem um corpo formado de vários membros e neste corpo não pode faltar o membro necessário e o mais nobre: entendi que a Igreja tem um coração e este coração está inflamado de amor. Compreendi que os membros da Igreja são impelidos a agir por um único amor, de forma que, extinto este, os não mais derramariam o sangue. Percebi e reconheci que o amor enserra em si todas as vocações, que o amor é tudo, abraça a todos os tempos e lugares, numa palavra, o amor é aterno.
Então, delirante de alegria, exclamei: Ò Jesus, meu amor, encontrei afinal minha vocação: minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, minha mãe, eu serei o amor e desse modo serei tudo, e meu desejo se realizará.
(Texto retirado das Liturgias das Horas)

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