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15 de julho de 2007

O canto na Missa

Parece que aqui está um dos maiores problemas das nossas celebrações. Há quem defenda que o ideal seria os mesmos cantos o ano inteiro. Não é um bom critério porque durante o ano celebramos os diferentes momentos da história da salvação. Outros acham que se deve cantar o que o povo já sabe. Seria um critério ainda mais sofrível. E não faltam opiniões.


Uma coisa é certa: sem ensaio prévio da equipe de canto e antes da celebração, motivar o povo – não existe canto fácil. E é importantíssimo que as equipes de canto conheçam os vários documentos da Igreja sobre o canto litúrgico...

A orientação da Igreja é clara quanto ao canto: ele não é algo postiço à celebração – é parte integrante: “o canto sagrado, intimamente unido com o texto, constitui parte necessária ou integrante da Liturgia solene”(SC 112).

Infelizmente em muitos casos o canto não somente não está integrado ao mistério que está sendo celebrado como vai em direção oposta. Canta-se qualquer coisa. E há de tudo: cantos individualistas, cantos que falam de brasa em cima do altar, anjos caindo pra cá e pra lá... há cantos com melodia bonita – próprios para animar encontros ou reuniões de determinados movimentos, mas não são próprios para a celebração litúrgica. Sem falar de situações de barulho que mais atrapalham do ajudam a viver o mistério celebrado.

E há também experiências maravilhosas equipes empenhadas. É um tema a ser bastante refletido. Ainda que tenha suas limitações, penso que o Hinário Litúrgico é caminho bem seguro. Há trinta anos nosso Folheto Povo de Deus tem feito está opção.

Côn. Severino Martins

Folheto Povo de Deus, Arquidiocese de São Paulo

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